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O leite pode ajudar as bactérias a sobreviver contra baixos níveis de antibióticos

O leite pode ajudar a impedir que as bactérias potencialmente perigosos como o estafilococo estejam matadas pelos antibióticos usados para tratar animais, cientistas ouvidos hoje (segunda-feira 8 de setembro de 2008) na sociedade para a reunião do outono da microbiologia geral que está sendo guardarada esta semana na faculdade da trindade, Dublin.

As bactérias formam às vezes as estruturas chamadas os biofilms que as protegem contra antibióticos e as defesas naturais do corpo. Agora os cientistas têm descoberto esse dos micro-organismos os mais importantes que causa a mastite nas vacas e nos carneiros, chamado Estafilococo, podem iludir as defesas e as medicinas veterinárias do animal formando estes biofilms protectores. A mastite é uma infecção da teta no gado e no ovino. É frequentemente uma condição dolorosa para as vacas e pode mesmo causar a morte.

A “mastite é uma doença difícil a controlar. Causa riscos para a saúde pública se os povos bebem o leite contaminado e é cara para fazendeiros como causa geralmente perdas de produção severas do leite, o tratamento aumentado custa e os meios os animais podem ter que ser seleccionado,” disse o Dr. Manuela Oliveira da faculdade da medicina veterinária na universidade técnica de Lisboa, Portugal. “Quando os estafilococos produzem um biofilm, a estrutura protege-os contra defesas do anfitrião e o tratamento antibiótico, permitindo que as bactérias persistam na teta.”

No passado, os cientistas que estudam a mastite conduziram a maioria de suas experiências sob condições do laboratório um pouco do que imitando as condições encontradas em animais vivos. Isto pode significar que faltaram factores contribuintes importantes. Contudo, o Dr. Oliveira e seus colegas usou circunstâncias realísticas para superar este problema.

“Nós descobrimos que o leite pode igualmente proteger as bactérias contra baixas concentrações de antibióticos - na presença do leite, três dos cinco antibióticos testados, penicilina, gentamicina e sulphamethoxazole combinados com o trimethoprim, eram menos eficazes contra o estafilococo quando comparados com a mesma experiência executada na ausência do leite,” disse o Dr. Oliveira.

A equipe de Lisboa está tentando actualmente identificar as concentrações antibióticas correctas necessários para parar os biofilms que formam no primeiro lugar e as concentrações necessários para destruir igualmente um biofilm que já forme. Os cientistas igualmente estão olhando a influência das forças que actuam dentro de uma teta durante a ordenha para ver se estes ajudam ou impedem as bactérias em produzir biofilms.

“Isto permitirá um controle melhor da mastite staphylococcal, para cortar custos da doença e para dar uma melhoria importante na protecção da saúde dos consumidores,” disse o Dr. Manuela Oliveira. “Se nós podemos obter as doses direitas, e os animais estão curados mais rapidamente, nós teremos menos resíduo antibiótico no ambiente e no risco de bactérias tais como o estafilococo - a resistência antibiótica tornando-se e de espalhamento áurea é mais baixa.”