Aviso: Esta página é uma tradução automática da página original em inglês. Por favor note uma vez que as traduções são geradas por máquinas, não tradução tudo será perfeita. Este site e suas páginas da Web destinam-se a ler em inglês. Qualquer tradução deste site e suas páginas da Web pode ser imprecisas e imprecisos no todo ou em parte. Esta tradução é fornecida como uma conveniência.

Tecido gordo encontrado para produzir a melanina

Um estudo bienal conduzido por pesquisadores na universidade do pedreiro de George, no hospital de INOVA Fairfax e no instituto nacional para o cancro pode abrir a porta às terapias novas para as doenças crónicas de combate associadas com a obesidade, uma circunstância que afecte mais de 33 por cento de adultos americanos em 2005-06 de acordo com os centros para o controlo e prevenção de enfermidades.

Ao analisar as amostras tomadas dos pacientes morbidly obesos que submetem-se à cirurgia da perda de peso, os pesquisadores descobriram que as quantidades substanciais de melanina - um pigmento que dá a pele, o cabelo e a íris do olho sua cor natural - estavam produzidas no tecido gordo dos participantes do estudo.

Ancha Baranova, professor adjunto no departamento de universidade do pedreiro de George de molecular e microbiologia e autor principal do papel, explica que a produção da melanina nunca antes estêve identificada no tecido gordo. Acredita que o antioxidante, que foi mostrado para ter propriedades anti-inflamatórios, poderia ser a defesa natural do corpo contra condições obesidade-relacionadas tais como o tipo - diabetes 2, doença cardíaca coronária, infecção hepática gorda, síndrome polycystic do ovário e alguns cancros.

“Stockpiling calorias extra é difícil mesmo para pilhas gordas especializadas; ter moléculas de demasiado lipido toma seu pedágio nas pilhas gordas, produzindo o esforço oxidativo,” diz Baranova. “Não é inconcebível que estas pilhas adaptariam e produziriam a melanina como um formulário da autoprotecção. Como um benefício lateral, a melanina pode suprimir propriedades inflamatórios das libras extra da gordura.”

Baranova nota que um estudo maior é necessário a fim confirmar a produção o papel esse do corpo de jogos deste composto no tecido gordo. Contudo, a descoberta sugere que as terapias melanina-baseadas possam um dia ser usadas para reduzir a incidência de doenças crónicas entre o morbidly obeso.

“Isto abre uma avenida inteiramente nova para intervenções médicas porque o processo de biosíntese da melanina é relativamente fácil de intrometer com,” diz Baranova. “Nós esperamos que este estudo spur a revelação das medicamentações preventivas visadas reduzindo complicações metabólicas da devastaçã0 em populações obesos e excessos de peso.”