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Muitas mulheres grávidas do Ugandan evitam a selecção do VIH

A “prevenção é a melhor cura” é uma expressão comum, mas que acontece se as medidas preventivas não são usadas? Uma grande proporção de mulheres grávidas do Ugandan é saída de sua maneira para não ser VIH testado, aumentando o risco de transmissão da matriz-à-criança.

Um papel recente por Larsson e outros no jornal do AIDS discutido como a transmissão da matriz-à-criança do VIH pode ser facilmente e no custo-eficaz impedido usando um curso breve da terapia do antiretroviral. Contudo, isto é eficaz somente se a matriz é disposta ser seleccionado para o VIH.

Anne Buve, um membro de uma faculdade da medicina 1000, discute o recente e “preocupando” os resultados disto estude, que descreve como “bastante moderando”. Há actualmente uma política da opção de saída para o teste do VIH mesmo que a predominância do VIH em Uganda seja 6,4%.

Um ano após a aplicação da política da opção de saída, mais pouca de 60% das mulheres gravidas foram testadas para o VIH em 2007 na maioria dos países em oriental e na África meridional, a exceção que é Botswana onde a assistência do voluntário e as taxas subseqüentes do teste são mais altas.

Os programas da selecção da sífilis durante a gravidez já enfrentaram o mesmo problema em Uganda. Contudo, os autores do estudo sugerem que as mulheres que atenderam a uma clínica pré-natal que não tivesse o teste do VIH no local, assim evitem o teste do VIH. Se confirmado, isto que encontra está preocupando-se.

Mais estudos que identificam e abordam os problemas que existem com necessidade da selecção do VIH de ser realizado, especialmente nas partes do mundo que têm uma predominância alta do VIH. O Dr. Buve vai sobre dizer, “deve haver mais estudos como este que olham em porque os povos não têm o acesso nem não o recusam aceitar as intervenções que poderiam impedir a infecção pelo HIV entre sua prole”.