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A universidade do professor de Nevada concedeu a concessão de NIH RO1 para o estudo do controle da mobilidade no esfíncter anal interno

Kathleen Keef, Ph.D., professor da fisiologia e da biologia celular na universidade da Faculdade de Medicina de Nevada, foi concedida uma de quatro anos, concessão $1,2 milhões do instituto de saúde nacional para estudar o controle da mobilidade no esfíncter anal interno.

Esta é concessão em segundo principal do NIH RO1 de Keef nos últimos 10 anos para a pesquisa com implicações significativas para a incontinência fecal.

Aproximadamente cinco por cento da comunidade geral e 15 por cento dos adultos sobre a idade de 50 sofrem da incontinência fecal. Esta desordem reduz extremamente a qualidade de vida para milhões de americanos e pode conduzir à depressão, à ansiedade, ao isolamento social, à perda de emprego, e à institucionalização.

A carga financeira combinada para tratar a incontinência fecal e urinária nos Estados Unidos excede $26 bilhões pelo ano. Contudo, mesmo em 2010, a incontinência fecal permanece “a aflição indizível” discutida raramente por pacientes e relatada abaixo aos médicos. Apesar de financeiro e da qualidade de edições de vida nossas compreensões das causas que são a base desta desordem, assim como da nossa capacidade para impedir ou tratar esta desordem, permanecem deficientes.

A concessão de Keef investiga o esfíncter anal interno (IAS), um anel especializado do músculo situado na extremidade do aparelho gastrointestinal que joga um papel fundamental em manter a continência fecal. Apesar de sua importância clínica clara, o IAS é menos músculo estudado no aparelho gastrointestinal.

Por os 10 anos passados, Keef estabeleceu-se como um perito principal em como a contracção deste músculo (isto é, “mobilidade”) é controlada. Suas buscas recentemente financiadas da concessão para explorar mais esta edição centrando-se sobre diversas propriedades originais do IAS que inclui as diferenças no projecto estrutural deste músculo, diferenças nos tipos de pilhas que participam no controle da contracção do músculo e em diferenças nos mecanismos por que os nervos regulam a contracção deste músculo. Tal informação é crítica para uma compreensão melhorada do papel funcional original deste músculo. É igualmente fundamental para planejar estratégias novas para ajudar a impedir, diagnosticar e tratar os problemas associados com a deficiência orgânica do IAS; circunstâncias que podem conduzir à incontinência fecal assim como a outras desordens que elevaram dos defeitos na mobilidade do IAS.