O contraceptivo injectible de DMPA associou com o risco aumentado de fractura de osso

Um estudo novo apresentou hoje no congresso do mundo na osteoporose (IOF WCO-ECCEO10) em Florença, Itália mostra que DMPA, um contraceptivo injectible de uso geral, está associado com o risco mais alto de fractura de osso quando usado apenas, e não em combinação com hormonas estrogénicas.

O acetato do medroxyprogesterone do depósito (DMPA) é uma droga contraceptiva hormonal reversível por muito tempo de actuação do controlo da natalidade do progestin-somente que seja injectada cada 3 meses. É usado por mais de 9 milhão mulheres no mundo inteiro, com uso alto entre adolescentes em Europa e nos E.U. Os estudos precedentes mostraram que o uso de DMPA está associado com a aquisição danificada do osso durante a adolescência e a perda acelerada do osso mais tarde na vida, principalmente em umas mulheres mais novas com mais baixa hormona estrogénica nivelam. Contudo, poucos estudos olharam no impacto de DMPA no risco da fractura.

O estudo, conduzido por pesquisadores no hospital Basileia da universidade, Suíça e o centro médico de universidade de Boston, Lexington, EUA, usou uma análise do caso-controle para avaliar o relacionamento entre o uso a longo prazo de DMPA, com ou sem a hormona estrogénica, e o risco de fracturas. Os resultados mostram que nas mulheres abaixo de 50 anos de idade, uso mais a longo prazo de DMPA de dois e mais anos está associado com um risco aumentado 50% de fractura. Para usuários de contraceptivos orais decontenção combinados o risco da fractura não foi aumentado.