O VA desenvolve a avaliação do DESTINO para alcançar a qualidade do tratamento no fim das vidas dos pacientes

Embora houve umas melhorias significativas no tratamento do cancro principal e de pescoço, há ainda uma falta dos dados na experiência do fim dos cuidados paliativos para pacientes que sofre de cancro da cabeça e do pescoço, de acordo com um estudo novo publicado na introdução de maio de 2011 da cirurgia da Otolaringologia-Cabeça e do pescoço.

Como discutido neste estudo, o departamento dos Estados Unidos do grupo dos casos de veteranos desenvolveu a avaliação da família do tratamento no fim da avaliação da vida (DESTINO), que é administrada às famílias de veteranos falecidos. A finalidade da avaliação é avaliar a qualidade do tratamento no fim das vidas dos pacientes, em um esforço para fornecer o melhor cuidado da fim--vida para dirigir e as pacientes que sofre de cancro do pescoço.

O estudo alcançou a informação paciente do principal e o cancro de pescoço especializou o programa da base de dados da excelência da pesquisa (ESPORO) estabelecida pela Universidade do Michigan. A taxa de resposta total era 20%.

A maioria da população paciente incluiu aquelas com os tumores avançados da fase, com primárias T3 ou T4. Destes pacientes, 55% teve o cancro laríngeo na altura da morte, que incluiu aquelas com doença na cabeça e no pescoço, e aproximadamente um terço morreram de metástases da distância (fase do tumor). Os resultados do estudo mostram que em comparação com os pacientes que morreram em casa ou no hospício, o aproximadamente um terço daqueles que morreram no hospital teve uma contagem significativamente mais baixa do DESTINO, indicando menos satisfação com o fim dos cuidados paliativos.

Desde que muitos tumores avançados são dados um prognóstico deficiente, o cuidado paliativo é fornecido para permitir a gestão oportuna da dor. É importante notar isso, não todos os pacientes com principal e o cancro de pescoço receberá o cuidado excepcional no fim da vida. Os estudos mostram que 22% dos pacientes teve os membros da família actuais na altura da morte, com somente 33% indicando que sentiram confortáveis com seu fornecedor da atenção primária, e somente um número pequeno que indica o controle do sintoma era adequado. Os dados recebidos dos pacientes que recebem o cuidado paliativo conduziram a uma contagem mais alta do DESTINO, sugerindo que os tratamentos pudessem melhorar a qualidade das vidas dos pacientes. É importante notar isso quando os factores sociais ou umas circunstâncias mais adicionais impactam o cuidado, cuidado paliativo pode ser benéfico mesmo quando a morte não é iminente.

A evidência no estudo sugere que as mudanças em padrões do cuidado possam beneficiar os pacientes futuros. Seja o autor de Andrew G. Shuman, DM, escreva-o, “este estudo, com sua utilização de um instrumento validado da avaliação, acoplada com uma grande, base de dados em perspectiva recolhida de pacientes que sofre de cancro da cabeça e do pescoço, facilitada uma análise concreta e válida da experiência da fim--vida de pacientes que sofre de cancro da cabeça e do pescoço.”