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Relação entre a malária e as infecções das salmonelas

A relação entre a malária e as infecções das salmonelas tem sido explicada pela primeira vez, abrindo a maneira a uns tratamentos mais eficazes.

Os pacientes da malária estão no risco elevado de desenvolver infecções bacterianas fatais, especialmente infecções das salmonelas. Isto é acreditado geralmente para ser devido ao immunosuppression generalizado pela malária, por meio de que o sistema imunitário inteiro é enfraquecido e comprometido.

Contudo, os pesquisadores na escola de Londres da higiene & da medicina tropical descobriram que a vulnerabilidade aumentada às infecções das salmonelas é um efeito secundário das tentativas do corpo de se proteger dos efeitos prejudiciais da infecção da malária.

Os pesquisadores descrevem este mecanismo de defesa como umas trocas, onde as lutas do corpo um inimigo mas se expor ao outro. Isto foi demonstrado em seu estudo que explora a conexão entre a malária e as salmonelas (NTS) não-tifóides uma infecção que fosse particularmente perigosa para crianças.

As crianças com malária podem desenvolver a anemia, que as põe em um risco mais alto de desenvolver infecções bacterianas severas do sangue, causada em até 70% dos casos pelo NTS. Esta infecção é fatal em até 25% das crianças contaminadas. Para impedir estas infecções bacterianas, ou desenvolver um tratamento eficaz, cientistas necessários para compreender o mecanismo atrás desta conexão entre a malária e as salmonelas.

O professor Eleanor Riley, um dos autores principais do estudo, diz: “É uma opinião difundida que a malária é uma doença immunosuppressive; que uma vez que a doença é contratada, o paciente será suscetível a diversas outras infecções devido a um sistema imunitário comprometido. Contudo, este estudo mostra que a susceptibilidade aumentada às infecções das salmonelas é devido a um efeito imunológico muito específico qual não afecta o sistema imunitário no conjunto.”

A infecção pelo parasita de malária faz com periòdicamente que os glóbulos vermelhos estourem, liberando a prole do parasita, mas igualmente liberando o heme - um produto de decomposição da hemoglobina - que é extremamente tóxica uma vez fora do glóbulo vermelho.

O estudo financiado (MRC) do Conselho de investigação médica, publicado na medicina da natureza, encontrada isso no malária-contaminado os ratos (que mostram exactamente a mesma susceptibilidade às salmonelas que é visto nos seres humanos) a resposta natural do corpo para defender-se dos perigos do heme, uma enzima que o degrade (heme oxygenase-1 ou HO-1), afecta muito selectivamente o sistema imunitário, aleijando a produção de glóbulos brancos (neutrófilo) que são essenciais lutar o NTS. Estas pilhas aleijadas são incapazes de matar as bactérias, permitindo que espalhem livremente.

“A chave está na ruptura das pilhas do vermelho-sangue,” diz o Dr. Aubrey Cunnington, research fellow clínico em LSHTM e co-autor do estudo. Da “os pacientes da anemia célula falciforme, onde dano de pilha vermelha similar ocorre, são igualmente mais suscetíveis ao NTS. Mas, numericamente falando, a malária é a causa a mais comum do NTS. Onde a incidência da malária está diminuindo, são assim as infecções das salmonelas.”

A equipe identificou o Protoporphyrin do estanho (SnPP) como um candidato para a prevenção da infecção das salmonelas. SnPP inibe a actividade da enzima do oxygenase do heme, invertendo a susceptibilidade ao salmonellosis em infecções da malária.

Mas os autores dizem que o teste cuidadoso será necessário antes de considerar o uso de SnPP nos seres humanos, como obstruindo a acção de HO-1 podem deixar o heme livre causar dano de tecido.