Resistência Antifungosa de isolados genitais da Candida no aumento

Por Helen Albert, Escritor Superior dos medwireNews

A Resistência à terapia antifungosa da genital-infecção que causa a espécie da Candida pode ser um problema crescente, sugere a pesquisa apresentada na Academia Européia do congresso anual da Dermatologia e do Venereology em Praga, República Checa.

“É muito importante monitorar o perfil da susceptibilidade do azole de isolados genitais para espécies da Candida porque a capacidade para adquirir a resistência tem um impacto óbvio na prática clínica,” apresentador Carmen o Silva de Lisboa que (Hospital de São João, Faculdade de Medicina de Porto, de Portugal) disse medwireNews.

O Silva e os colegas de Lisboa registraram 113 homens com balanite e 61 mulheres com o vulvovaginitis que atende a uma clínica da doença de transmissão sexual em Porto entre 2005 e 2007 para avaliar níveis de resistência antifungosa na vária espécie decausa de Candida envolvida.

Totais, os pesquisadores obtiveram 208 isolados genitais da Candida dos participantes. A infecção a mais comum era com os albicans do C. (54,3%), seguidos pelo parapsilosis do C. (24%), pelo C. guilliermondii (12%), e o glabrata do C. (4,8%).

As susceptibilidades totais de todos os isolados diferentes ao fluconazole, ao itraconazole, ao voriconazole, ao posaconazole, ao amphotericin B, e ao caspofungin antifungosos das drogas eram 89,4%, 63,4%, 91,8%, 93,8%, 100% e 94,0%, respectivamente.

Dezessete pacientes tiveram infecções multi-droga-resistentes. Os pesquisadores classificaram estes como sendo resistentes a dois (n=7; dois albicans do C., dois C. guilliermondii, utilisis de dois C., e um glabrata do C.), três (n=2; dois albicans do C.), ou quatro azoles (n=6; cinco albicans do C., um C. guilliermondii), ou resistente a três azoles mais o caspofungin (n=2; dois albicans do C.).

Os pesquisadores notam que a resistência do itraconazole era particularmente comum não na espécie dos albicans do C.

“O Que nós encontramos era que a maioria dos isolados genitais da Candida era de facto suscetível aos tratamentos do azole,” nos disse o Lisboa-Silva, “mas encontrou que alguns isolados da Candida tiveram o fenótipo da resistência do itraconazole.”

Adicionou aquela “embora nós não encontrássemos nenhuma associação entre a resistência e alguns dados e resultados clínicos, ele é muito importante de continuar a monitorar este teste padrão da susceptibilidade da Candida porque é uma situação clínica muito freqüente e hoje em dia o uso dos antifungals é igualmente muito freqüente assim que nós temos que conhecer o que o impacto desta prática é em nossa clínica.”

Disse que o problema poderia ser mais comum, embora concedesse que mais estudos em mais pacientes são necessários fazer conclusões fortes sobre este.

De forma semelhante à maneira em que a resistência aos antibióticos que seguem o uso extensivo tem elevarado nos últimos anos, o Silva de Lisboa acredita que um problema similar poderia ocorrer com antifungals. “No futuro se você precisa antifungals que nós precisamos de perguntar se há alguma resistência já antes dos usar,” disse.

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