Os Pesquisadores caracterizam a proteína lysosomal nova de PQ ligada ao cystinosis

Os Pesquisadores no Université Paris Descartes/CNRS e o libre de Bruxelas de Université fizeram uma descoberta principal no estudo do cystinosis, uma doença genética que pudesse conduzir às desordens sérias, insuficiência renal notàvel fatal.

Cystinosis é uma doença genética caracterizada por uma acumulação anormal da cistina do ácido aminado em vários órgãos do corpo do paciente (rins, olhos, músculos, pâncreas e o cérebro), em idades diferentes de sua vida. Cystinosis ocorre quando o cystinosin da proteína, situado na membrana lysosomal, não transporta a cistina fora do lisosoma. O transporte Defeituoso da cistina pode conduzir a uma concentração tóxica deste ácido aminado no lisosoma, causando o prejuízo severo, notàvel nos rins.

Cystinosin é considerado como o protótipo de uma família nova da proteína da membrana: Proteínas do motivo de “PQ”, o assunto do estudo pelo Dr. Bruno Gasnier e sua equipe dos pesquisadores no Université Paris Descartes/CNRS. A molécula foi identificada em 1998 pelo Dr. Corinne Antignac, pela Universidade de Paris Descartes, e sua “por unidade de pesquisa Hereditária da Revelação de Nephropathies e de Rim”.

Trabalhando em colaboração com Bruno André, o director do Laboratório da Fisiologia Molecular da Pilha no libre de Bruxelas de Université (ULB), Dr. Gasnier tem nova base quebrada no estudo do cystinosis. Os pesquisadores podiam caracterizar uma proteína lysosomal nova de PQ cujo o papel fosse catalisar o transporte de ácidos aminados básicos (arginina, lisina e histidine) no citoplasma.

Sua pesquisa é publicada na edição dos 19-23 de novembro de PNAS

Embora os cientistas descobrissem a existência de tal proteína que possui uma função metabólica no homem duas décadas há, as tentativas de identificá-la bioquìmica e de clonar seu gene tinham falhado repetidamente, até aqui.

O primeiro experimenta no modelo do fermento, conduzido pelo Dr. André e sua equipa de investigação (ULB), descobriu três proteínas do motivo de PQ que estam presente na membrana vacuolar (o lisosoma do fermento) e são envolvidas no transporte de ácidos aminados básicos. A análise da Bioinformática revelou subseqüentemente que estas proteínas do fermento têm um equivalente mamífero, e a colaboração com Dr. Agnès Journet da Comissão de Energia Atômica, do Instituto de Saúde Nacional e de Investigação Médica e da Universidade de Joseph Fournier (Grenoble), estabeleceu sua presença na membrana lysosomal.

Bruno Gasnier e sua equipe dos pesquisadores no Université Paris Descartes/CNRS empreendeu então o estudo desta proteína, denominado PQLC2. Suas experiências revelaram que PQLC2 transporta os três ácidos aminados básicos, uma função crucial ao metabolismo celular.

Que a relação entre estes transportador da proteína e cystinosis lysosomal recentemente identificados, a doença genética é causada por um defeito no transporte da cistina? Os Pacientes com cystinosis são tratados actualmente por uma molécula terapêutica, o cysteamine, que se condensa com a cistina actual no lisosoma e se converte o em um composto quimicamente perto de um ácido aminado básico, lisina. O composto novo torna-se então capaz de deixar o lisosoma.

O estudo conduzido pelos cientistas Franceses e Belgas mostra que a proteína nova do transportador, PQLC2, é responsável para expelir esta molécula do “salvamento” do lisosoma. Seus resultados fornecem introspecções valiosas no mecanismo do tratamento do cystinosis, abrindo desse modo novas perspectivas para a pesquisa em compreender a doença e em encontrar mais modos eficazes de tratá-la.

Este trabalho foi tornado possível através do apoio da Fundação de Pesquisa de Cystinosis

http://ulb.ac.be