A droga deredução comum pode ajudar a proteger contra a malária cerebral

Os pesquisadores descobriram que adicionando o lovastatin, uma droga deredução amplamente utilizada, ao tratamento antimalárico tradicional diminui o neuroinflammation e o protege contra o prejuízo cognitivo em um modelo do rato da malária cerebral. Embora haja umas diferenças entre modelos do rato da malária cerebral e a doença humana, estes resultados novos indicam que os statins são dignos da consideração nos ensaios clínicos de malária cerebral, de acordo com um artigo publicado na introdução do 27 de dezembro dos micróbios patogénicos de PLOS.

A malária, uma infecção parasítica que seja transmitida aos seres humanos pelos anófeles fêmeas mosquito, é uma das doenças infecciosas principais no mundo inteiro. A malária cerebral é uma complicação neurológica severa, potencial fatal da infecção pelo falciparum do Plasmodium do parasita. Os estudos das crianças com malária cerebral mostram que os deficits cognitivos, tais como a memória danificada, aprendizagem, língua, e capacidades matemáticas, persistem em muitos sobreviventes por muito tempo depois que a infecção própria é curada.

“Sobre 500.000 crianças desenvolva a malária cerebral todos os anos em África subsariana, e a deficiência orgânica cognitiva persistente nos sobreviventes é não somente um interesse principal da saúde pública, mas igualmente uma carga sócio-económica significativa,” diz o indivíduo Zimmerman M.D., a cadeira do associado para a pesquisa no departamento da medicina na Universidade de Utah e o co-autor superior sobre o estudo. “Há uma necessidade médica urgente e não satisfeita para as terapias que tratam ou impedem o prejuízo cognitivo na malária cerebral.”

Os Statins, uma classe de drogas as mais conhecidas para que sua capacidade abaixe o colesterol, foram mostrados igualmente para ser activos em modular uma variedade de respostas de sistema imunitário. Em sua pesquisa, Zimmerman e seus colegas brasileiros avaliaram o efeito dos statins em um modelo do rato da malária cerebral. Os pesquisadores encontraram aquele adicionar uma droga chamada lovastatin terapia antimalárica tradicional à deficiência orgânica cognitiva impedida nos ratos contaminados com malária cerebral. Descobriram que a adição de lovastatin diminuiu a acumulação e o leakiness brancos do glóbulo em vasos sanguíneos no cérebro. Lovastatin igualmente reduziram a produção de moléculas decontenção prejudiciais e outros factores que promovem a inflamação.

“Os mecanismos moleculars que causam a malária cerebral e a deficiência orgânica cognitiva subseqüente não é sabida ainda,” diz Zimmerman. “Contudo, o facto de que o tratamento do statin diminui a inflamação prejudicial do vaso sanguíneo e a deficiência orgânica cognitiva sugere que uma combinação de disparadores vasculares e inflamatórios conduza à patologia cerebral e aos deficits intelectuais.”

Zimmerman e seus colegas igualmente estudaram o lovastatin em um modelo experimental da sepsia bacteriana, um estado inflamatório de todo o organismo severo que pudesse igualmente conduzir ao prejuízo cognitivo. Encontraram que o lovastatin igualmente impediu o prejuízo cognitivo após a sepsia bacteriana.

“Nossos resultados são emocionantes porque as implicações clínicas estendem além da malária cerebral a outras síndromes inflamatórios sistemáticas severas complicadas pela participação do cérebro,” dizem Zimmerman. “Nós acreditamos que nossas observações são a primeira evidência experimental para apoiar a possibilidade de usar statins para reduzir o prejuízo cognitivo em pacientes crìtica doentes.”

Este estudo é o resultado o mais atrasado de uma colaboração a longo prazo entre Zimmerman e Dr. Hugo Castro-Faria-Neto e seu grupo na fundação de Oswaldo Cruz, um instituto de investigação brasileiro dedicado ao estudo, prevenção, e tratamento de doenças infecciosas. Esta colaboração começou quando o Dr. Castro-Faria-Neto era um cientista de visita na Universidade de Utah. A pesquisa futura centrar-se-á na investigação adicional nos mecanismos moleculars da malária cerebral e nas respostas das pilhas imunes chaves às toxinas da malária, assim como sobre estudos do componente inflamatório sistemático da malária em pacientes humanos.

Source:

PLOS Pathogens