Aviso: Esta página é uma tradução automática da página original em inglês. Por favor note uma vez que as traduções são geradas por máquinas, não tradução tudo será perfeita. Este site e suas páginas da Web destinam-se a ler em inglês. Qualquer tradução deste site e suas páginas da Web pode ser imprecisas e imprecisos no todo ou em parte. Esta tradução é fornecida como uma conveniência.

Anomalias do Porte encontradas na neuropatia do diabético

Por Joanna Lyford, Repórter Superior dos medwireNews

A força de músculo do Tornozelo e a mobilidade da junção são os factores chaves que influenciam anomalias do porte nos povos com neuropatia periférica do diabético (DPN), a pesquisa Brasileira sugere.

Os resultados poderiam permitir a revelação de estratégias preventivas, Alessandra Martinelli (Escola da Ciência e Tecnologia, Presidente Prudente) e os colegas escrevem em TheFoot.

Os pesquisadores estudaram 25 pacientes com Tipo - diabetes 2 e neuropatia periférica e 27 povos saudáveis combinados para a idade e o género. Os pacientes do diabetes marcaram toda pelo menos 8 no Instrumento da Selecção da Neuropatia de Michigan.

Todos Os participantes foram avaliados para parâmetros spatio-temporais do porte usando uma escada rolante baropodometry eletrônica e para a força de músculo do tornozelo usando um dinamômetro.

A análise do Porte revelou diversas anomalias nos pacientes com neuropatia do peripheral do diabético. Especificamente, os pacientes do diabético tiveram um comprimento mais curto do passo (1,04 contra m) 1,14, uma velocidade mais lenta do ciclo (0,89 contra 1,03 m/s), e uma duração mais longa do apoio total (0,77 contra 0,70 s) compararam com os controles.

Além, os participantes neurològica danificados tiveram a mobilidade menor do dorsiflexion do tornozelo e a mobilidade aumentada do plantarflexion, junto com a força de músculo reduzida de dorsiflexors e de plantiflexors.

A análise de Correlação identificou um relacionamento positivo significativo entre a força de músculo do plantiflexor e o comprimento e a velocidade do ciclo do porte. Também, o desempenho do porte foi previsto pela força de músculo dos plantiflexors e dos dorsiflexors e pela escala do movimento do dorsiflexion.

Tomado junto, o apoio destes resultados a hipótese que os pacientes com neuropatia do diabético têm alterações no teste padrão do porte e na força de músculo, diz Martinelli e outros.

Dizem que diversos factores poderiam ser responsáveis para a força de músculo reduzida em indivíduos do diabético, tais como anomalias intrínsecas no músculo do diabético, no recrutamento capilar danificado, na doença arterial periférica, e na polineuropatia do diabético. As mudanças na actividade de músculo podem por sua vez conduzir ao aumento observado no movimento do plantarflexion.

Os autores concluem: “Estes prejuízos são contribuinte importantes das limitações de passeio relativas à neuropatia do peripheral do diabético. A importância Clínica deve ser dada à reabilitação e à manutenção da funcionalidade do complexo do tornozelo, a fim manter a maior força da mobilidade e de músculo do tornozelo para um desempenho melhor do porte.”

Licensed from medwireNews with permission from Springer Healthcare Ltd. ©Springer Healthcare Ltd. All rights reserved. Neither of these parties endorse or recommend any commercial products, services, or equipment.