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Os macrófagos permitem a entrada do VIH na uretra

Sugerindo em 2011 que a uretra fosse um local novo da entrada para o VIH, uma equipe do Institut Cochin (CNRS/Inserm/Université Paris Descartes, com o apoio de Anrs), tem confirmado esta hipótese e tem identificado agora as pilhas e os mecanismos trazidos no jogo: os macrófagos das pilhas de sistema imunitário, actuais no epitélio da uretra, permitem a entrada do VIH. Este trabalho, publicado em linha no Web site da imunologia mucosa do jornal, podia torná-la possível testar estratégias novas da prevenção do SIDA do HIV/.

Quando os mecanismos da infecção retal ou vaginal nas mulheres forem descrita bastante boa, a infecção penile nos homens permanece compreendida deficientemente. Os estudos clínicos conduzidos no 2000s mostraram que a circuncisão poderia reduzir o risco de infecção nos homens por 60% durante relações sexuais. Depois deste trabalho, a equipe de Institut Cochin demonstrou que a mucosa na camada interna do prepúcio era um dos locais da entrada principal para o VIH. Contudo, desde que a circuncisão não fornece a protecção completa, permaneceu ser determinada o que outros locais mucosos no pénis poderiam facilitar a infecção pelo HIV.

Para localizar estes locais da entrada, os pesquisadores usaram o tecido do pénis tomado dos homens adultos saudáveis durante a cirurgia do transgender. O VIH pode, a priori, para penetrar através de três áreas do pénis: o glande, a extremidade da uretra conhecida como os navicularis da fossa e a peça da uretra posicionada dentro do pénis. Colocando as mucosas que cobrem estas três áreas em contacto com o vírus do VIH, os pesquisadores observaram que o glande e os navicularis da fossa resistem a infecção. Por outro lado, o vírus penetram eficientemente o pénis através da uretra, que é igualmente um local da entrada para muitos outros micróbios patogénicos de transmissão sexual, tais como os gonococci ou a clamídia (estes resultados foram apresentados na parte na conferência internacional sobre os Retroviruses e as infecções oportunistas (CROI) em 2011).

Os pesquisadores estão centrando-se agora sobre mecanismos moleculars e celulares da infecção. Demonstraram que, na uretra, as pilhas de sistema imunitário responsáveis para a fagocitose de agentes patogénicos, conhecida como macrófagos, são as primeiras a ser invadidas pelo VIH. Isto tinha sido observado nunca neste tipo de mucosa. Ao mesmo tempo, as pilhas do epitélio param de segregar os sinais que retêm os macrófagos. Conseqüentemente, os macrófagos contaminados saem do epitélio, permitindo que o VIH propague. Os pesquisadores observaram assim que, na mucosa da uretra, os linfócitos de TCD4+ - o alvo principal do vírus - não estão contaminados porque são imaturos. Poderiam ser contaminados mais tarde, após a migração do VIH aos gânglio. Os pesquisadores procuram agora determinar se os macrófagos da uretra constituem os reservatórios que impedem que o vírus esteja eliminado completamente pelo tratamento tritherapy. Este trabalho é importante de um ponto de vista fundamental e torna possível derramar a luz em como a uretra pode ser um local da entrada para o VIH nos homens, se estão circuncidados ou não. Poderia igualmente conduzir à revelação de estratégias novas da prevenção.