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Os pesquisadores encontram a opção nova do tratamento para a esquizofrenia

Um grupo de investigação conduzido pelo professor Jesper Ekelund mostrou que dando uma dose muito grande do famotidine (diário do magnésio 200), as suficientes quantidades da droga podem penetrar a barreira assim chamada do sangue-cérebro para afectar o sistema da histamina no cérebro.

O Famotidine foi usado para o tratamento da azia desde os anos 80, mas na dose regular, o famotidine quase não entra no cérebro de todo, desde que o cérebro é protegido pela barreira do sangue-cérebro. Aumentando a dosagem quíntupla a droga pode entrar no cérebro e afectar o sistema da histamina.

 - Já após uma semana os sintomas das pessoas que sofrem da esquizofrenia começaram diminuir e após quatro semanas do tratamento os sintomas tinham diminuído estatìstica significativamente. Os pacientes que participaram no estudo foram dispor igualmente positivamente para o tratamento, dizem Ekelund.

Trinta pessoas que sofrem da esquizofrenia participaram no estudo. Os pacientes tinham sido na pensão da doença no mínimo cinco anos e foram divididos aleatòria em dois grupos, um que recebeu o famotidine e um que recebeu o placebo. Todos os pacientes que tomaram o famotidine responderam positivamente ao tratamento quando os sintomas daqueles que estavam em um placebo não mudaram.

A esquizofrenia é a desordem demente a mais comum e a mais severa, e é a causa pelo menos da metade de todos os dias do tratamento de hospital psiquiátrico. Nenhuma experimentação randomized, controlada nos seres humanos que testam o efeito do bloqueio H2 na esquizofrenia tem sido publicada até agora.

Inovação na medicamentação psiquiátrica urgente necessário

Desde 1963, quando o vencedor de prémio nobel subseqüente Arvid Carlsson mostrou que a dopamina tem um papel fundamental na psicose, a dopamina-hipótese assim chamada foi central na psicose. As medicamentações disponíveis para a psicose são baseadas toda presentemente em torno deste princípio. Desde que a resposta do tratamento é demasiadas vezes terra comum incompleta e dos efeitos secundários, há ainda uma grande, necessidade médica não satisfeita para medicamentações com outros mecanismos da acção. Muitas outras substâncias da sinalização foram o foco da atenção, mas até agora, o sistema da histamina do cérebro foi considerado o mais extensamente como importante somente no que diz respeito aos efeitos secundários de muitas medicamentações da psicose.

- O Famotidine não deve ser usado directamente como o tratamento para a esquizofrenia até que o uso a longo prazo de uma dose deste tamanho esteja cofre forte provado. Contudo, nosso estudo mostra que o sistema da histamina no cérebro oferece uma aproximação nova a tratar a psicose. Isto deve conduzir aos esforços aumentados pela indústria farmacêutica para desenvolver as medicamentações baseadas neste mecanismo histamina-baseado, diz Ekelund.

O Famotidine trabalha obstruindo o receptor da histamina H2. Há os neurônios importantes no cérebro que usam a histamina como sua substância preliminar da sinalização. Estes neurônios têm um papel importante como reguladores de outras substâncias da sinalização. Da pesquisa animal, sabe-se que afetando o sistema da histamina, um pode igualmente afectar outras substâncias da sinalização que são sabidas para ser envolvidas na esquizofrenia.

O projecto tem recebido já o reconhecimento internacional. Katarina Meskanen, um dos membros do grupo de investigação de Ekelunds, foi concedido a concessão nova do cientista do SCNP (faculdade escandinava do Neuropsychopharmacology) e o projecto foi concedido o financiamento substancial (306.000 USD) da fundação de Stanley para estudos complementares.

O grupo de investigação replicate encontrar com um estudo maior, multinacional em colaboração com Karolinska Institutet na Suécia, onde o estudo é coordenado pelo professor Jari Tiihonen.

Source:

University of Helsinki