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A dopamina melhora deficiências no comportamento social, poderia ter implicações para desordens neuropsiquiátricas

Uma gravidez fatigante pôde ser a última coisa que uma matriz futura precisa, mas é a seu bebê por nascer que este esforço soletra o problema real. Tudo porque as hormonas de esforço (chamadas glucocorticoids ou GCs) podem perturbar a revelação fetal normal do cérebro, conduzindo aos problemas comportáveis e/ou emocionais mais tarde na vida. Apesar deste perigo nós somos ainda longe de compreender como trabalho do GCs. Mas um estudo nos ratos por uma equipe portuguesa tem descoberto agora que (antes que nascimento) os efeitos pré-natais do GCs no comportamento estão ligados à baixa dopamina (um mensageiro do cérebro) nas áreas do cérebro ligadas ao prazer, mas também que isto poderia ser tratado.

Sonia Borges e Barbara Coimbra da universidade de Minho encontraram que os ratos expor ao esforço pré-natal desenvolveram problemas comportáveis emocionais e sociais e que este estêve ligado aos níveis reduzidos de dopamina, mas também que uma vez que os níveis do dopmaine foram restaurados ao normal (o que era muito fácil de fazer) havia uma reversão completa dos problemas sociais. Isto apoia a ideia que as mudanças no cérebro pelo traumatismo adiantado da vida podem ser invertidas.

O estudo, de que está saindo na introdução de setembro do Neuropsychopharmacology do jornal, poderia ter implicações para as desordens neuropsiquiátricas associadas com a dopamina e os problemas neurodevelopmental adiantados tais como a depressão, a ansiedade, a desordem da hiperactividade do deficit de atenção (ADHD), a esquizofrenia e o autismo. Ana João Rodrigues, um de líderes do estudo (junto com Nuno Sousa) adverte para que a necessidade seja muito cautelosa embora “embora haja alguns indícios que o esforço pré-natal pode afectar o comportamento emocional e social nos seres humanos, nosso trabalho está ainda muito na fase inicial. Tudo que nós podemos realmente dizer que” - aponta - “é que a dopamina pode melhorar deficiências no comportamento social e esta pôde ter implicações importantes para as doenças caracterizadas pelo prejuízo social”

Quando o GCs negociar os efeitos negativos do esforço, são igualmente da importância crucial para o funcionamento normal do corpo; de controlar o sistema imunitário para ajudar a maturação de órgãos fetais, o GCs é indispensável à vida. De facto, mesmo se o esforço pré-natal pode provocar problemas no cérebro, o GCs é dado ainda rotineiramente às mulheres gravidas com perigo de nascimentos prematuros para a maturação fetal do pulmão. Assim é urgente compreender melhor como o trabalho do GCs poder fazer melhor crucial, mesmo dependente da vida, decisões 

 No estudo logo a ser Borges publicado, Coimbra e os colegas expor ratos ainda no útero aos níveis elevados de GCs (o equivalente de ter uma matriz muito forçada), e encontraram que estes animais vão desenvolver mais tarde sinais da depressão e falta da motivação na vida como relatado previamente, mas, surpreendentemente, igualmente encontraram que desenvolveram prejuízos sociais. Os animais expor ao esforço pré-natal jogado menos, interagido inàbil com o outro e tiveram menos atendimentos “felizes” dos atendimentos (“feliz” e “triste” podem ser diferenciados por suas freqüências sadias).

“Desde nosso grupo tinha visto antes que a exposição ao GCs pré-natal afectou um circuito neural importante para os sentimentos da recompensa e o prazer (o sistema mesolimbic)” - explica Rodrigues - “e na queda e no jogo ásperos dos ratos juvenis é um dos comportamentos os mais rewarding, nós quis saber se o problema poderia ser dopamina, uma molécula chave neste sistema.”

E de facto, encontrou-se encontrado que “os ratos do esforço pré-natal” faltaram a dopamina no amygdala e nos accumbens do núcleo (NAc), que são regiões do sistema mesolimbic. 

Mas o que era notável estava encontrando isso simplesmente adicionando o L-dopa (um precursor de dopamina dado aos pacientes de Parkinson que igualmente o faltam) à água dos animais afetados, de suas anomalias sociais e emocionais desapareceu girando os indistinguíveis daqueles ratos que atravessaram gravidezes normais.

Assim o estudo novo revela que os níveis altos do GC/esforço pré-natal podem conduzir aos prejuízos sociais, assim como os problemas emocionais, reduzindo níveis da dopamina nas áreas do cérebro ligadas à percepção do prazer. Mas igualmente isso uma vez que estes níveis da dopamina são corrigidos, os problemas desaparece completamente.

 Assim podiam as coisas trabalhar similarmente nos seres humanos?  Nas doenças goste da depressão, do autismo e da esquizofrenia, que são caracterizadas por insuficiências emocionais e sociais e têm sido ligadas já ao esforço pré-natal? Rodrigues alerta “para transferir estes resultados aos seres humanos exige o cuidado. Estes resultados não significam que o L-dopa é uma droga miraculosa para tratar a falta da motivação ou da depressão, embora pareça certamente que o sistema mesolimbic da dopamina é crítico nestes problemas. Por agora a coisa a mais importante é que nós estamos começando revelar as mudanças moleculars induzidas do GCs nos circuitos neuronal específicos, que ajudarão na compreensão de alguns destes problemas”.

O que é o mais interessante sobre Borges e o estudo de Coimbra é demasiado o facto de que “liga os pontos” - o esforço pré-natal tem sido associado já a uma incidência aumentada de diversas doenças neurológicas e a algumas destes aos problemas na dopamina. Os prejuízos sociais gostam aquele do autismo considerado e ADTH, por exemplo, são mais comuns nos indivíduos que atravessaram períodos pré-natais fatigantes. O estudo novo revela agora “debaixo da história” (ou de uma versão dela pelo menos).

Mas o estudo teve um outro resultado interessante: quando o comportamento social dos animais foi testado, e quando dois “ratos do esforço pré-natal” unidos não jogaram, surpreendentemente, a interacção “de um esforço pré-natal” o rato na presença de um normal era muito diferente. Isto porque o animal normal estimularia e provocaria “forçou” o rato para jogar até que respondeu e começou interagir. Isto apoia a ideia que a interacção com outros indivíduos pode fazer uma diferença vital para reverter os efeitos negativos do esforço pré-natal ou adiantado da vida no cérebro. Igualmente revela um grau interessante de empatia entre os animais, uma ideia que recentemente comece receber muita atenção.