Aviso: Esta página é uma tradução automática da página original em inglês. Por favor note uma vez que as traduções são geradas por máquinas, não tradução tudo será perfeita. Este site e suas páginas da Web destinam-se a ler em inglês. Qualquer tradução deste site e suas páginas da Web pode ser imprecisas e imprecisos no todo ou em parte. Esta tradução é fornecida como uma conveniência.

Falha humana: A causa a mais comum da asfixia infantil no nascimento

Os resultados de um estudo de 15 anos publicado na acta Obstetricia e Gynecologica Scandinavica, um jornal da federação nórdica das sociedades da obstetrícia e ginecologia, indicam que a falha humana é a causa a mais comum da asfixia infantil no nascimento. A monitoração fetal inadequada, a falta de habilidades clínicas, e a falha obter o auxílio médico superior do pessoal são mencionadas o mais frequentemente em reivindicações norueguesas da compensação depois da asfixia do nascimento.

Em Noruega há aproximadamente 60.000 nascimentos todos os anos, com o sistema norueguês de compensação aos pacientes (NPE) que recebem 65 reivindicações para ferimento obstétrico à criança. Um estudo precedente pela equipa de investigação actual encontrou que a asfixia era a causa a mais comum para compensação-entre 20 e 25 casos anualmente. A avaliação prévia da pesquisa que a compensação por toda a vida para ferimento causou pela asfixia do nascimento calcula a média de aproximadamente -430.000 ($574.000) em Noruega, com custos mais de 10 vezes mais altamente nos E.U.

“Quando a lesão cerebral ou a morte fetal forem rara durante o parto, quando ocorre os efeitos são devastadores,” explicam o Dr. Stine Andreasen com o departamento da obstetrícia e ginecologia em Nordlandssykehuset (hospital de Nordland) no Corpo, Noruega. “Nosso estudo investiga as reivindicações feitas ao NPE para ferimento ou a morte neurológica depois da asfixia do nascimento.”

Para o estudo actual, os pesquisadores examinaram 315 reivindicações feitas aos NPE entre 1994 e 2008 que foram associados com a asfixia alegada do nascimento. A equipe olhou os registros do hospital, avaliações por peritos, junto com NPE e decisões de tribunais de justiça. Das reivindicações feitas, havia 161 casos que foram concedidos a compensação.

Os resultados mostram que aquele nos casos compensados lá era 107 infantes que sobreviveram, com as 96 que têm ferimento neurológico, e 54 crianças que morreram. A falha humana era a causa a mais comum da asfixia do nascimento com 50% atribuída à monitoração fetal do inadeuate, falta de 14% do conhecimento clínico, não-conformidade às directrizes clínicas, falha de 11% de 10% pedir o auxílio médico superior, e 4% eram erros na administração da droga. Nos casos do cuidado de qualidade inferior, o ginecologista e a parteira foram documentados como o pessoal responsável em 49% e em 46%, respectivamente.

“Em a maioria de casos compensados, monitoração fetal deficiente conduzida a uma fonte inadequada do oxigênio ao infante,” conclui o Dr. Andreasen. “Treinando para parteiras e ginecologista, junto com os exames oficiais dos livros contábeis de alta qualidade, podia ajudar a reduzir reivindicações para a compensação após a asfixia do nascimento.”

Source: