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Marcador identificado para a população de células cancerosas renais com haste-pilha-como características

Pelo Cinza de Afsaneh, Repórter dos medwireNews

Os Pesquisadores identificaram uma população das pilhas renais da carcinoma da pilha da pilha (ccRCC) clara positivas para o marcador CTR2 que possuem algum haste-pilha-como características e podem induzir in vivo uma resposta angiogenic. Visar CTR2 foi mostrada à resistência de droga da diminuição ao cisplatin.

“A identificação destas células cancerosas no ccRCC e em marcadores relacionados poderia ter um papel em apoiar o diagnóstico e prognóstico dos pacientes com RCC e… melhorando… estratégias terapêuticas,” diga Giuseppe Lucarelli e co-autores da Universidade de Bari em Itália.

Lucarelli e a equipe expor para caracterizar uma população de CD133- e CD24-positive RCC-derivou pilhas (RDCs) comparando as com uma população de CD133- e de CD24-positive de pilhas renais adultas tubulares normais do ancestral (tARPCs)

Recolheram amostras de espécimes saudáveis do tecido e do tumor de 40 pacientes com ccRCC e selecionados então para aquelas pilhas que eram positivas para CD133 e CD24.

As proteínas CTR2 foram expressadas em 98,2% de RDCs, visto que os tARPCs não expressaram o marcador de todo ou expressado lhe a níveis muito baixos. Os pesquisadores igualmente notam que, in situ, CD133 estêve expressado em RDCs e em tARPCs, mas que CTR2 estêve expressado somente em RDCs, fazendo à co-expressão CD133/CTR2 um marcador potencial de RDCs.

Intrigantemente, o pré-tratamento de três clone diferentes de RDCs com um anticorpo específico de CTR2-blocking conduziu à sensibilidade significativamente maior ao cisplatin comparado com o RDCs desbloqueado.

RDCs teve haste-pilha-como propriedades, com a capacidade diferenciar-se em tipos diferentes das pilhas, tais como adipocytes ou pilhas epiteliais, segundo seu media circunvizinho. Podiam igualmente induzir in vivo a angiogênese.

A equipe usada fluorescência-activou a pilha que classifica (FACS) a análise para mostrar que nem RDCs nem os tARPCs expressaram os marcadores mesenchymal da célula estaminal, sugerindo que não tivesse uma origem mesenchymal.

A Análise mais aprofundada da expressão do marcador indicou que RDCs estêve diferenciado menos do que tARPCs. RDCs podia igualmente formar in vitro colônias do tumor.

Lucarelli e os colegas executaram a expressão genética genoma-larga inteira que perfila para identificar 72 genes que discriminaram RDCs dos tARPCs, com a resposta imune comunicada pelas células, o chemotaxis e a invasão de pilhas do tumor, e os processos pilha-ciclo-relacionados que estão entre os caminhos biológicos os mais afectados.

“Nossos resultados indicam a presença, no ccRCC, de uma população das células cancerosas de CD133+/CD24+/CTR2+,” eles escrevem no Jornal da Urologia. “Estas pilhas possuem alguma haste pilha-como as características, incluindo in vitro a auto-manutenção e diferenciando capacidades, e podem induzir in vivo uma resposta angiogenic.”

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