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As gravações neurais podem ser usadas para prever decisões espontâneas

Sala para o livre arbítrio afinal?

Você está esperando em uma paragem do autocarro, esperando o barramento chegar em qualquer altura que. Você olha a estrada. Nada ainda. Um pouco mais atrasado você começa passear. Mais passagens do tempo. “Talvez há algum problema”, você pensa. Finalmente, você dá acima e aumenta seu braço e sauda um táxi. Apenas como você afaste, você relance o barramento que desliza acima. Você tem uma escolha para esperar mais por muito tempo um bit? Ou dava acima demasiado logo o resultado inevitável e predizível de uma corrente de eventos neurais?

Na pesquisa publicada sobre 09/28/2014 na neurociência da natureza do jornal, os cientistas mostram que as gravações neurais podem ser usadas para prever quando as decisões espontâneas ocorrerão. “Experimenta como este foi usado para argumentir que o livre arbítrio é uma ilusão,” diz Zachary Mainen, um neurocientista no centro de Champalimaud para o desconhecido, em Lisboa, Portugal, que conduziu o estudo, “mas nós pensamos que a interpretação está confundida.”

Os cientistas usaram gravações dos neurônios em uma área do cérebro envolvido em movimentos do planeamento para tentar prever quando um rato daria acima a espera de um tom atrasado. “Nós sabemos que apenas não estavam respondendo a um estímulo, mas estavam decidindo espontâneamente quando dar acima, porque o sincronismo de sua escolha variada imprevisìvel da experimentação à experimentação” disse Mainen. Os pesquisadores descobriram que os neurônios no córtice do premotor poderiam prever as acções dos animais mais de um segundo adiantado. De acordo com Mainen, “este é notável porque em experiências similares, os seres humanos relatam a decisão de quando mover somente ao redor dois décimos de um segundo antes do movimento.”

Contudo, os cientistas reivindicam que este tipo da actividade com carácter de previsão não significa que o cérebro decidiu. “Nossos dados podem ser explicados muito bem por uma teoria da tomada de decisão conhecida como “um integração-à-limite” modelo” dizem Mainen. De acordo com esta teoria, os neurónios individuais moldaram votos a favor ou contra uma acção particular, tal como o levantamento de um braço. Os circuitos dentro do cérebro mantêm um registro dos votos em favor de cada acção e quando um ponto inicial é alcançado é provocado. Crìtica, como eleitores individuais em uma eleição, os neurônios individuais influenciam uma decisão mas não determinam o resultado. Mainen explicou: As “eleições podem ser previstas pela vatação, e por mais dados disponíveis, melhor a previsão, mas estas previsões são nunca 100% exacto e poder prever em parte uma eleição não significa que seus resultados estão predeterminados. Da mesma forma, poder usar a actividade neural para prever uma decisão não significa que uma decisão tem ocorrido já.”

Os cientistas igualmente descreveram uma segunda população dos neurônios cuja a actividade é teorizada para reflectir o registro running dos votos para uma acção particular. Esta actividade, descrita como “ramping”, tinha sido relatada previamente somente nos seres humanos e nos outros primatas. De acordo com Masayoshi Murakami, co-autor do papel, “nós acreditamos que estes dados fornecem o forte evidência que o cérebro está executando a integração a um ponto inicial, mas há ainda muitos desconhecidos.” Mainen dito, “o que é a origem da variabilidade é uma pergunta enorme. Até que nós compreendamos aquele, nós não podemos dizer que nós compreendemos como uma decisão trabalha”.

Source:

JLM&A, SA