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Os pesquisadores encontram a combinação da droga que reduz o risco de rejeção do enxerto de pele

Uma equipa de investigação que reunem José Cohen e Philippe Grimbert (unidade 955/Université Paris Est Créteil [UPEC] e o centro de Inserm para a investigação clínica - Biotherapies 504 [CIC-BT 504]), e seus colaboradores no curie de Institut e no AP-HP (hospital europeu de George Pompidou) sucederam em encontrar uma combinação de drogas que reduzisse o risco de rejeção que segue um enxerto de pele. Quando testado nos ratos, este tratamento parece eficaz, desde que nenhum sinal da rejeção é observado quase 30 dias após a transplantação.

Estes resultados são publicados no jornal americano da transplantação.

Para médicos e pesquisadores, um desafio principal da transplantação está evitando a rejeção do órgão ou do tecido transplantado pelo corpo de receptor. Durante a transplantação allogeneic (isto é de um enxerto do doador A em um receptor diferente, B), o sistema imunitário do receptor reconhece o enxerto como um componente estrangeiro. Faz então o todos os esforços destrui-lo da mesma forma porque, por exemplo, destruiria um vírus de contaminação. Para evitar este fenômeno, os médicos administram drogas immunosuppressive para fazer o sistema imunitário do receptor mais tolerante. Como com cada tratamento, há uns inconvenientes: a vulnerabilidade do receptor às infecções é aumentada, e o tratamento pode ter efeitos tóxicos em outros órgãos (rim). Por os últimos 30 anos, houve pouco progresso nesta área de pesquisa. A optimização destes tratamentos é conseqüentemente central aos esforços actuais.

Os pesquisadores de Inserm sob a liderança de José Cohen tornaram-se interessados em uma droga com propriedades especiais, a saber o interleukin 2 do cytokine (IL-2). Esta droga é usada já em alguns tratamentos para o cancro e o tipo - 1 diabetes. No cancro, a administração de IL-2 em doses altas aumenta a actividade antitumorosa impulsionando o sistema imunitário. Interessante, Eliane Piaggio, um co-autor deste estudo, tinha mostrado que quando administrada em doses muito baixas no tipo - 1 diabetes, tem o efeito oposto. IL-2 impede assim a acção do sistema imunitário, que reage demasiado fortemente contra o auto nesta doença.

Dado que, na transplantação, a resposta imune é demasiado forte, os pesquisadores supor que a administração de IL-2 pôde impedir a acção do sistema imunitário (por analogia com sua acção no tipo - 1 diabetes), e puderam conseqüentemente reduzir a rejeção do enxerto.

“Nosso experiências iniciais negativo provado: IL-2 usado apenas não deu os resultados previstos,” explica José Cohen. “Nós tivemos que reorientar nossos esforços e nossa atenção ao funcionamento específico de 2 tipos de pilhas do sistema imunitário, a saber os linfócitos reguladores de T controlados por IL-2, e os linfócitos “clássicos de” T.”

O sistema imunitário é compor de diversas categorias das pilhas, cada um com um papel específico em manter seu balanço: não deve ser demasiado agressivo ou demasiado tolerante. Geralmente, os linfócitos reguladores de T, como seu nome indicam, acto nas outras populações de linfócitos clássicos de T para impedir que sobre-reajam. Daqui a ideia inicial de impulsionar sua actividade através de IL-2. Contudo, esta estratégia despejou ser inadequada.

Os pesquisadores usaram conseqüentemente IL-2 em combinação com o rapamycin, que tem a capacidade para inibir a divisão de linfócitos clássicos de T. Usando esta combinação, os pesquisadores controlaram controlar dobro os linfócitos clássicos de T: directamente usando o rapamycin e indirectamente usando IL-2 (através dos linfócitos reguladores de T). A rejeção do enxerto foi evitada desse modo.

De “a transplantação pele nos ratos é o modelo experimental o mais difícil a controlar. Em nossa experiência, os ratos mostram a nenhum sinal da rejeção 30 dias que seguem um enxerto de pele. Isto é muito encorajador quando nós sabemos que esta rejeção ocorre geralmente em 10 dias: o tecido torna-se irreversìvel necrotic.”

Estes resultados são uma primeira etapa antes da avaliação clínica. Uma vantagem destas duas drogas é que têm a autorização de mercado para o uso nos seres humanos. Se os passos seguintes são bem sucedidos, especialmente no modelo da transplantação do fígado, seu uso na área da transplantação (algum tipo da transplantação) puderam logo começar.