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Os Academics dizem as intervenções de uma saúde mais pública necessários abordar doenças do “estilo de vida”

As intervenções de uma saúde mais pública, ao longo das linhas da proibição de fumar, são necessários abordar o pedágio devastador de Grâ Bretanha de doenças do “estilo de vida”, incluindo a doença cardíaca e o cancro, de acordo com academics.

Um papel novo, pelo Dr. Stanley Azul, conferente nas ciências sociais na universidade de Manchester, reivindica que precisa de estar uma política sanitária da SHIFT em público, com menos foco em esforços para mudar o comportamento individual e a mais atenção em quebrar os hábitos e as práticas sociais que nos estão conduzindo cega na saúde ruim.

Teorias da prática e da saúde pública: compreender (un) práticas saudáveis é publicada no jornal, saúde pública crítica, e escrita pelo Dr. Stanley Azul, conferente na escola das ciências sociais, prof. Elizabeth Empurrar, da universidade de Lancaster, do prof. Mike Kelly, director do centro da saúde pública em AGRADÁVEL, e Chris Carmona, analista da saúde pública em AGRADÁVEL.

Os autores dizem que as ideias novas são necessários abordar não-comunicável - ou doenças do “estilo de vida” - tais como a doença cardíaca, o cancro, a asma e o diabetes. Explicam como algumas práticas sociais se reforçam, tal como a obtenção de um takeaway e tevê de observação numa sexta-feira à noite, visto que outro, tais como beber uma garrafa do vinho em casa ou ir ao gym, competem pelo tempo em nossos dias ocupados.

Mencionam a proibição de fumar como exemplo de uma medida que decuple eficazmente o relacionamento entre a saída para uma refeição ou uma bebida e ter um cigarro. Uma aproximação similar, com prática social no centro da política sanitária pública, poderia ser tomada a comer e a exercício, um pouco do que os métodos tradicionais que confiam em persuadir povos fazer a decisão “direita” indo ao gym ou comendo seus cinco um o dia - e quais deleite decisões como matérias da escolha pessoal.

O Dr. Stanley Azul disse: O “fumo, o exercício e comer são práticas fundamental sociais, conseqüentemente nós precisamos de remodelar o que é julgado socialmente aceitável e normal a fim o mudar.

“A política sanitária pública actual é dominada pela presunção que os indivíduos são capazes de fazer “melhores” escolhas para se com base na informação dada a eles pelo governo ou por outras agências. Isto não esclarece o facto de que as práticas como aquelas do fumo e de comer têm histórias do seus próprios.

“Tentar conseguir indivíduos parar de fumar ou comer saudàvel negligencia o facto de que estas são práticas fundamental sociais. A política sanitária pública terá que encontrar a coragem quebrar longe de seu molde tradicional se é estar uma possibilidade de confrontar o Ceifador de doenças do estilo de vida.”

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