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O modelo do rato de CML revela facetas previamente não-relatados da doença

Por Shreeya Nanda, Repórter Superior dos medwireNews

Um modelo murine humanizado da leucemia mielóide crônica da fase crônica (CML), desenvolvido por uma equipa de investigação Sueco, fornece a introspecção em características previamente inexploradas da doença.

Para criar este modelo, a equipe conduzida por Thoas Fioretos, da Universidade de Lund, transplantou as pilhas humanas do cordão umbilical+ CD34 que co-expressaram retrovirally o oncogene BCR-ABL1 e um marcador fluorescente verde (GFP) da proteína em ratos immunodeficient, faltando o γ de interleukin-2-receptor.

A maioria dos animais transplantados desenvolveu os sinais de doença, incluindo uma queda vermelha significativa da contagem de glóbulo, no prazo de 100 dias da injecção.

A expressão BCR-ABL1 induziu uma expansão de pilhas mielóides humanas, como avaliada pela expressão de CD33, na medula e no baço de ratos transplantados. Contudo, os aumentos foram notados nas pilhas positivas e negativo para GFP, indicando que esta expansão não estêve restringida às pilhas que expressam o oncogene, os pesquisadores relatam.

Diversos subtipos da linhagem mielóide, tais como as pilhas erythroid (positivas para o glycophorin A) e os macrófagos/histiocytes (positivos para o CD 14 e CD68), foi expandido significativamente na medula e no baço de ratos transplantados. A expressão BCR-ABL1 directa e indirectamente afecta estas populações da pilha, diz os autores, como mais uma vez GFP-positivo e - as pilhas negativas foram expandidas.

Pelo contraste, pilhas de mastro, que co-expresso os marcadores CD68 e CD117, foram expandidos significativamente em pilhas GFP-positivas somente da medula e do baço de animais transplantados.

A expressão BCR-ABL1 igualmente afectou as pilhas da linhagem lymphoid, causando um bloco na diferenciação de pilhas de B na fase da pre-B-pilha em ratos transplantados. A Análise de pilhas mononuclear dos pacientes crônicos da fase CML mostrou que este bloco da B-pilha-Diferenciação é igualmente uma característica da doença humana.

Adicionalmente, as pilhas+ de T CD3 humanas foram aumentadas significativamente no baço de ratos transplantados, nas pilhas que expressam e que não expressam GFP, mas esta expansão de pilhas de T foi considerada somente em pilhas GFP-negativas da medula.

Fioretos e outros notam que a expansão dos macrófagos/histiocytes e das pilhas de T é indicativa de uma resposta inflamatório.

“Este modelo deve daqui ser valioso para uns estudos mais adicionais visados compreendendo a patogénese da doença de CML”, a equipe conclui no Jornal do Cancro de Sangue.

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