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Combinando a previsão pulmonaa da hipertensão das assistências das medidas do CT

Por Eleanor McDermid, Repórter Superior dos medwireNews

A Pesquisa sugere que isso combinar a artéria pulmonaa (PA) e medidas ventriculares melhore as possibilidades de identificar a hipertensão pulmonaa (PH) nos pacientes que se submetem à angiografia pulmonaa do tomografia computorizada (CTPA).

Onno Spruijt (Centro Médico da Universidade do VU, Amsterdão, os Países Baixos) e os co-autores do estudo forçam que CTPA não é apropriado como uma ferramenta preliminar da selecção para o PH.

Todavia, “CTPA é executado frequentemente cedo no processo diagnóstico de pacientes com a dispnéia inexplicado”, ele escreve no Jornal Internacional da Imagem Lactente Cardiovascular.

“Combinar ventricular e medidas do PA diminui a possibilidade que o diagnóstico do PH precapillary está faltado.”

Os pesquisadores estudaram 51 pacientes precapillary do PH que se submeteram a CTPA e a cateterismo do coração direito na avaliação da linha de base. Igualmente incluíram 25 pacientes do controle que se submeteram a ambos os testes mas não tiveram nenhuma evidência do PH.

Um modelo padrão de CTPA, usando a relação do diâmetro do PA ao diâmetro de ascensão da aorta (PA/AA), teve a boa precisão para distinguir entre pacientes com e sem o PH, em uma área sob a curva característica de funcionamento de receptor de 0,901 (precisão 90,1%).

Contudo, adicionar na relação do diâmetro transversal máximo do ventrículo direito àquela do ventrículo esquerdo (RV/LV) melhorou a precisão mais, a mais de 98%.

Os pesquisadores avaliaram RV/LV como medido em uma vista axial e como medido em uma opinião manualmente reconstruída da quatro-câmara. Não encontraram benefícios similares com ambos os métodos e nenhuma diferença estatìstica significativa entre os dois.

“Conseqüentemente, a determinação da relação de RV/LV na vista axial parece preferível como não exige uma reconstrução manual da imagem”, eles diz.

Em análises da curva da decisão, a adição da relação de RV/LV (vista axial) diminuiu significativamente o número de casos do falso positivo sem aumentar o número de casos falso-negativos, perto entre nove e 24 por 100 pacientes, segundo a probabilidade da linha de base do PH.

Os pesquisadores usaram baixas probabilidades da linha de base, variando de 1% a 20%, e deram mais peso aos negativos falsos do que os falsos positivos, argumentindo que, para o PH, “faltar o diagnóstico é mais ruim do que executando testes de diagnóstico desnecessários”. Isto reforça a importância clínica de adicionar RV/LV às medidas arteriais, dizem.

“Quando há uma suspeita do PH precapillary, e um CTPA está feito, nós recomendamos radiologistas avaliar não somente os diâmetros das grandes embarcações, mas igualmente de ambos os ventrículos”, concluímos a equipe.

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