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O intestino delgado causa a inflamação crônica em pacientes obesos

A obesidade é causada por factores numerosos e complexos, alguns de que seja até agora insuspeito. Os cientistas do CNRS, do INSERM, do UPMC e do Université Paris Descartes, trabalhando com os clínicos da pesquisa dos hospitais públicos de Paris (AP-HP) têm mostrado agora que a obesidade severa está acompanhada da inflamação do intestino delgado e da resposta imune aumentada nessa região. Este fenômeno reduz a sensibilidade da insulina dos enterocytes e aumenta a absorção dos nutrientes, assim agravando a doença. Este trabalho, realizado no centro de Pesquisa DES Cordeliers (INSERM/UPMC/Université Paris Descartes) e Institut de Cardiométabolisme e nutrição (ICAN - INSERM/UPMC/AP-HP), é publicado o 18 de junho no metabolismo da pilha.

O estudo dos mecanismos envolvidos na obesidade humana é particularmente interessante a nível do jejunum, peça do intestino delgado que joga um papel importante na absorção dos lipidos e dos hidratos de carbono. Devido a seu lugar no corpo, o jejunum é difícil de estudar, e sua contribuição para esta doença metabólica foi compreendida até aqui deficientemente. Durante seu estudo, os cientistas podiam recolher amostras de tecido jejunal dos pacientes durante a cirurgia para reduzir suas obesidade e doenças associadas (desvio gástrica). Estas amostras de 185 pacientes severamente obesos foram comparadas com as amostras jejunal de 33 indivíduos magros que submetem-se à cirurgia digestiva por outras razões.

As equipas de investigação coordenaram por Edith Brot-La Roche e Karine Clément observou um estado de inflamação crônica afetar o intestino delgado nos pacientes obesos, e na colonização do epitélio jejunal pelos linfócitos de T cuja a densidade aumentou em proporção ao grau de obesidade. Estas pilhas imunes liberam os cytokines que inibem a sensibilidade da insulina de pilhas epiteliais intestinais absorventes. Porque a acção da insulina regula a absorção e o glycemia nutrientes, este fenômeno imune contribui assim a agravar o estado clínico destes pacientes.

Promova estudos clínicos igualmente demonstrou que em pacientes obesos, um aumento na densidade intestinal de linfócitos de T está ligado provavelmente às complicações associadas com a obesidade, tal como a infecção hepática (NASH) e o dyslipidemia.

Os resultados deste estudo igualmente mostraram que as dobras na mucosa intestinal dos pacientes, ou dos villi, eram mais longas do que aquelas encontradas em assuntos magros. Isto significa que a superfície da troca no intestino delgado está aumentada por 250% (equivalente a dois campos de ténis) e que estes pacientes absorvem mais nutrientes. Este fenômeno, devido a uma redução no apoptosis - um mecanismo da morte celular - igualmente reforça a acção inflamatório do sistema imunitário nesta região, e agrava a doença.

Quando a resistência à insulina em adiposo, em hepática, em pancreático e muscle o tecido tinha sido observada já em pacientes obesos, este trabalho destacou a existência de mecanismos similares no intestino delgado e abre a maneira para a possibilidade de intervenções terapêuticas não invasoras que poderiam reduzir a inflamação do intestino e assim controlar a obesidade.

Source:

CNRS