A Pesquisa mostra a predominância do genitalium do Mycoplasma em até 1% da população geral no REINO UNIDO

Um estudo novo reforça a evidência crescente que o genitalium do Mycoplasma (MG) é uma infecção de transmissão sexual (WTI). Os resultados são publicados recentemente no Jornal Internacional da Epidemiologia.

As Análises sobre de 4500 de amostras de urina de Grâ Bretanha da Avaliação Nacional em terceiro lugar das Atitudes e dos Estilos De Vida Sexuais (Natsal-3) mostraram que MG era predominante em até 1% da população geral envelhecida 16-44, que tinha relatado pelo menos um sócio sexual. A Predominância era muito mais alta naquelas que tinham relatado mais de quatro sócios sexuais no ano passado -- 5,2% nos homens e 3,1% nas mulheres. A Ausência da infecção dentro sobre 200 16-17 sexos dos anos de idade que não tinham tido vaginal, anais, ou orais forneceu uma evidência mais adicional que MG está transmitido sexual.

Sobre 90% de MG nos homens e sobre dois terços de casos de MG nas mulheres naqueles foram envelhecidos 25-44 anos; uma classe etária que não fosse incluída em medidas de prevenção da WTI actualmente visou jovens em Grâ Bretanha.

O estudo igualmente analisou factores de risco para MG, tal como a afiliação étnica, o número de sócios, e as áreas da privação. Havia umas associações fortes com comportamentos sexuais arriscados, com factores de risco comportáveis similares ao outro STIs conhecido. Os autores encontraram que os homens da afiliação étnica Preta e aqueles que vivem nas áreas as mais destituídas eram mais prováveis testar o positivo para MG.

Interessante, a maioria dos participantes que testaram o positivo para MG não relatou nenhuns sintomas da WTI no último mês. Sobre a metade das mulheres não relatou nenhuns sintomas, mas entre aquelas que fizeram, sangrando depois que o sexo era o mais comum. Sobre 90% de MG os homens positivos não relataram nenhuns sintomas. O Dr. Pam Sonnenberg, autor principal do papel comentou isso: “Estes resultados sugerem que isso que testa somente aqueles que são actualmente sintomáticos faltaria a maioria das infecções. Contudo, uma pesquisa mais adicional é necessário compreender as implicações clínicas da infecção e de complicações mais a longo prazo possíveis. Esta informação, junto com a informação em testes padrões da resistência à escolha antibiótica do guia, informará recomendações em como testar para e controlar a infecção de MG.”

Source: Imprensa da Universidade de Oxford

Source:

Oxford University Press