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Os pesquisadores brasileiros revelam efeitos prejudiciais do vírus de Zika em células estaminais neurais humanas, neurospheres

Os pesquisadores brasileiros do instituto de D'Or para a pesquisa e a educação (IDOR) e da universidade federal de Rio de Janeiro (UFRJ) demonstraram os efeitos prejudiciais do vírus de ZIKA (ZIKV) em células estaminais neurais humanas, neurospheres e organoids do cérebro. Desde que ZIKV foi estabelecido gradualmente como uma causa directa de malformações do sistema nervoso central, esta ajuda do estudo para explicar a natureza etiological do número recentemente crescente de casos da microcefalia em Brasil.

Este papel será publicado em linha pela ciência do jornal em domingo, o 10 de abril de 2016.

Os cientistas dirigidos pelo Dr. Stevens Rehen diferenciaram células estaminais pluripotent induzidas ser humano (iPS) em células estaminais neurais e em umas estruturas complexas mais adicionais do tridimensional, conhecidas como neurospheres e organoids do cérebro. Neurospheres e os organoids do cérebro representam modelos excelentes para investigar neuropatologia desenvolventes, porque pode esboçar, in vitro, diversas características da formação fetal do cérebro.

No estudo actual conduzido em IDOR conjuntamente com UFRJ, a equipa de investigação observou que ZIKV contamina as pilhas neurais humano-derivadas do iPS, os neurospheres e os organoids cerebrais causando a morte celular, malformações e reduzindo o crescimento por 40%. Os pesquisadores igualmente compararam estes resultados com esses gerados com vírus de dengue (DENV2). Mesmo que DENV2 contaminasse as pilhas tais como ZIKV, não havia nenhum resultado prejudicial registrado às pilhas, aos neurospheres ou aos organoids neurais.

O Dr. Patricia Garcez, professor adjunto em UFRJ e primeiro autor do trabalho, indica que “estes resultados originais podem desembaraçar algumas características chaves da infecção de ZIKV no cérebro se tornando”.

Source:

D'Or Institute for Research and Education