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O vírus de ZIKA pode ser transmitido sexual, confirma o estudo de Inserm

Um estudo por pesquisadores de Inserm, dos hospitais públicos de Paris (hospital de Bichat, AP-HP), da universidade de Aix-Marselha, e do centro de referência nacional para arbovírus confirma que o vírus de ZIKA pode ser transmitido sexual. Suas análises mostraram a 100% a correlação genética entre o formulário do vírus actual em um homem que contratasse o vírus em Brasil e aquele de uma mulher que nunca viajassem na área epidémica, mas quem teve relações sexuais com ele. Estes resultados são publicados em New England Journal da medicina.

O vírus de ZIKA, um membro da família de Flavivirus, é transmitido quase exclusivamente aos seres humanos por mosquitos do Aedes. Embora a infecção de Zika cause geralmente sintomas suaves, pode ser responsável para complicações neurológicas severas, particularmente no infante de uma mulher contaminada quando grávida. Algumas indicações da transmissão sexual possível do vírus foram relatadas até agora.

Pela primeira vez, e para tomar mais coisas, os pesquisadores franceses puderam cultivar o vírus de contaminação de dois povos que procuram uma consulta para a infecção suspeitada de ZIKA. Os espécimes da urina, da saliva e do sangue foram tomados de um homem que retornasse de Brasil, e tinham contratado o vírus lá. Os mesmos espécimes foram tomados de uma mulher doente que tivessem relações sexuais com este homem, mas quem tinha viajado nunca a uma área epidémica.

Quando o vírus foi detectado na urina e na saliva da mulher, a análise dos espécimes mostrou que era ausente do sangue e da saliva do homem, fazendo a improvável que a transmissão ocorreu por estas rotas. Os pesquisadores testaram então seu sémen para o vírus, e cargas virais altas detectadas em 15 dias e em 3 semanas após o retorno do paciente de Brasil (aproximadamente 300 milhão copies/ml).

O vírus de ambas as pessoas foi arranjado em seqüência individualmente (usando uma amostra da saliva da mulher e uma amostra do sémen do homem) para a análise genética. O exame mostrou a correlação 100% entre as duas seqüências genéticas. Independentemente de 4 mutações, todo “sinónimos,” as seqüências de nucleotide ambas codificaram um formulário idêntico do vírus.

“Nosso trabalho confirma, usando análises moleculars, que a transmissão sexual do vírus de ZIKA existe, e deve ser tomado na consideração ao fazer as recomendações, devido a sua persistência no sémen diversas semanas após a infecção. O período para que os homens devem sistematicamente ter protegido as relações sexuais (mesmo orais) precisa de ser definido,” explica Yazdan Yazdanpanah.

Source:

INSERM (Institut national de la santé et de la recherche médicale)