Os pesquisadores distribuem o ADN móvel que arranja em seqüência laboratórios para ajudar a combater o vírus de Zika espalhado em Brasil

Os pesquisadores da universidade de Birmingham estão trabalhando com os sócios da saúde em Brasil para combater a propagação do vírus de Zika distribuindo um par de ADN móvel que arranja em seqüência laboratórios em uma “viagem por estrada médica” com as áreas da ruim-batida do país.

Centrando-se sobre áreas com as taxas relatadas as mais altas de microcefalia, uma equipe de peritos globais usará o genoma portátil, USB-posto que arranja em seqüência o equipamento para analisar amostras do vírus. Usarão os dados recolhidos para seguir a propagação do vírus e para manchar sua emergência em grandes povos e cidade.

Trabalhando com o Instituto Evandro Chagas, em Belém - parte do Ministério da Saúde brasileiro que está apoiando o projecto, o instituto da medicina tropical, a universidade de São Paulo e o Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), em Salvador, Baía - durante o período de uma amostra de 30 dias, as equipes móveis do teste viajarão a Brasil do nordeste e testarão as amostras de 750 pacientes em Brasil litoral - de Belém próprias no norte a Salvador no leste.

Conduzido pela universidade de Birmingham, o projecto é apoiado pelo Conselho de investigação médica (MRC) e selecciona junto peritos da saúde pública Inglaterra, as universidades de Oxford, Nottingham e Edimburgo, assim como a universidade de Sydney, de Austrália e do instituto de Ontário para a investigação do cancro, em Toronto, Canadá.

O Dr. Nick Loman, do instituto da microbiologia e da infecção na universidade de Birmingham, disse: “Zika está espalhando através dos Americas e o Pacífico e os geneticista estão jogando a actualização. Há muito poucos publicamente - seqüências disponíveis do ADN e mal alguns das regiões onde os casos da microcefalia são os mais predominantes.

“Usando os laboratórios móveis, nós podemos tomar às estradas de Brasil do nordeste para detectar e caracterizar a emergência adiantada de Zika em grandes centros urbanos. Os dados que nós recolhemos ajudarão a compreender como o vírus espalhou através de Brasil, América Latina, e para fazer melhores previsões sobre como pôde espalhar a outras regiões no futuro. Nós podemos igualmente trazer a tecnologia genomic pioneiro da fiscalização aos laboratórios da saúde pública previamente não equipados com esta capacidade.

“O ADN portátil que arranja em seqüência sistemas permite que nós façam o genoma da manifestação que arranja em seqüência no tempo real, impactando directamente na resposta ao vírus na terra, assim como ajudando a construir uma imagem de sua evolução.

“Eu espero que nosso trabalho em Brasil revelará mais sobre as origens de Zika, como frequentemente entrou nos Americas, como interage com o sistema imunitário, quantas tensões lá é, e se interage com outros vírus tais como a dengue e o Chikungunya. Nós não temos nenhuma sensação real para aquele neste momento. Mesmo que o volume de conhecimento esteja aumentando, há muito restante ser aprendido sobre o vírus de Zika.”

Adicionou que o genoma que arranja em seqüência nas manifestações é útil compreender como o vírus evolui, mas a informação teve que estar disponível rapidamente para que esta informação guie esforços do controle. Estes método e tecnologia têm mostrado já para ser úteis na fiscalização de Ebola na Guiné durante a epidemia 2014-2016.

A equipe adotará uma política aberta dos dados no projecto - fazendo a informações recolhidas livremente disponível aos pesquisadores e aos analistas da saúde pública que investigam a propagação do vírus como é gerado. As partes interessadas podem encontrar a informação e os dados aqui http://zibraproject.github.io/.

Os peritos na Organização Mundial de Saúde (WHO) acreditam que o vírus mosquito-carregado pode causar a microcefalia do defeito congénito, que pode conduzir à exiguidade anormal da cabeça - uma condição congenital associada com a revelação incompleta do cérebro. O vírus é associado igualmente com a síndrome da Guillain-Barra - uma desordem neurológica rara que possa conduzir à paralisia.

O WHO igualmente relatou os primeiros sinais de uma elevação possível em casos da microcefalia fora de Brasil, que é o país da duro-batida até agora em uma manifestação que espalha ràpida através da América Latina e das Caraíbas.

A equipa de investigação em Brasil usará um sequencer de pouco peso do ADN do sequaz das tecnologias de Oxford Nanopore, que pese menos do que 100g e seja posto por USB de um portátil. O dispositivo está sendo usado actualmente por mais de 1.500 pesquisadores no mundo inteiro.
Depois de um período de treinamento inicial, o laboratório da fiscalização do genoma expor de Belém, da visita natal, do Joao Pessoa, do Recife e do Salvador.

O equipamento do sequaz foi usado primeiramente com sucesso para a fiscalização remota da doença pela universidade de equipes Birmingham-conduzidas em Conakry, Guiné, em abril de 2015 onde as amostras de Ebola dos pacientes poderiam ser arranjadas em seqüência assim que os novos casos fossem diagnosticados. A informação estava disponível mais rapidamente porque as amostras poderiam ser analisadas no local, no tempo real, um pouco do que sendo enviado aos laboratórios tradicionais do genoma situados frequentemente em um continente diferente.

Arranjando em seqüência 142 amostras dos pacientes de Ebola na Guiné, podiam fornecer muito a informações detalhadas sobre como os casos eram relacionados, fornecendo indícios importantes aos epidemiologistas da Organização Mundial de Saúde que lutam para parar a transmissão do vírus.

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University of Birmingham

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