O Estudo compara estratégias diferentes para impedir a malária entre mulheres gravidas em África subsariana

A estratégia da Tela e do deleite para mulheres gravidas no Africano subsariano não reduz os resultados adversos comparados com o tratamento preventivo padrão para a malária

Uma estratégia nova para seleccionar mulheres gravidas para a malária com testes de diagnóstico rápidos e para tratar as mulheres teste-positivas com os antimaláricos eficazes não abaixa o risco de resultados adversos da gravidez comparados com o tratamento de todas as mulheres gravidas com o sulfadoxine-pyrimethamine preventivo da malária (SP) em África subsariana, de acordo com uma experimentação randomized da etiqueta aberta publicada esta semana na Medicina de PLOS pelo ter Kuile de Feiko, da Escola de Liverpool da Medicina Tropical, e colegas.

Durante a gravidez, as infecções com os parasita de malária do Plasmodium podem ser assintomáticas mas ainda conduzir à anemia materna, ao baixo peso à nascença, e à perda fetal. Nas áreas onde a malária é endémico, a Organização Mundial de Saúde recomenda actualmente tratar mulheres com o SP três ou quatro vezes durante a gravidez. Mas em algumas áreas, mais de 90 por cento de parasita do Plasmodium são agora resistentes ao SP. No estudo novo, os pesquisadores compararam este padrão de cuidado a uma aproximação da selecção onde as mulheres fossem testadas aproximadamente mensalmente para a malária usando testes de diagnóstico rápidos e tratadas com uma droga diferente, dihydroartemisinin-piperaquine (DP) somente se positivo para o parasita. O estudo envolveu 1873 mulheres VIH-negativas em três locais em Malawi que foram atribuídos aleatòria para receber uma ou outra estratégia.

A predominância de resultados adversos do nascimento e de mortes maternas era similar nos dois grupos. Contudo, havia oito por cento mais casos da malária na entrega nas mulheres atribuídas à selecção rápida e o grupo do tratamento do DP, significado uns oito adicionais de cada 100 gravidezes seria afectado pela malária usando esta aproximação comparada à prevenção larga usando o SP. Além Disso, a taxa de perda fetal era 2,6 por cento, à taxa dobro de 1,3 por cento considerados entre as mulheres que tomaram doses intermitentes do SP. Os resultados actuais, contudo, não podem guardarar verdadeiro em todas as áreas desde que a transmissão da malária varia e os parasita igualmente variam em suas mutações da resistência. Além, os pesquisadores não podiam testar a eficácia de usar o DP mensal para a prevenção, um pouco do que somente acoplando a com selecção, mas este será estudado no futuro.

O ter Kuile do Professor Feiko disse: “Estes resultados sugerem que a selecção e o tratamento intermitentes com DP não possam ser uma estratégia alternativa apropriada para substituir a terapia preventiva intermitente com o SP nos ajustes similares àqueles estudados e podem mesmo predispr aos resultados desfavoráveis da gravidez nestes ajustes.”

Source: Escola de Liverpool da Medicina Tropical