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Os cientistas avaliam o teste rápido que detecta o gene de resistência do colistin em isolados bacterianos

Colistin é usado como do “o antibiótico último-recurso” para os micróbios patogénicos multidrug-resistentes temidos, especialmente nos hospitais. Contudo, as bactérias do intestino que se têm tornado insensíveis ao colistin agora existem -- devido ao gene de resistência móvel mcr-1. Ao princípio de 2016, as bactérias que levam este gene de resistência foram detectadas em Alemanha pela primeira vez. Desde então, tem crescido o interesse que pode desenvolver em um “superbug” contra que mesmo antibióticos da emergência são já não eficazes. O risco de uma propagação mais adicional desta resistência do colistin é alto porque ocorre através dos elementos genéticos móveis assim chamados (plasmídeo) que são transferidos entre tipos diferentes de bactérias relativamente facilmente.

“Confirmar o gene de resistência mcr-1 móvel é o mais rápido possível importante, para impedir sua propagação mais adicional,” sublinha Linda Falgenhauer, cientista de DZIF na universidade Giessen de Justus Liebig e um dos primeiros autores deste estudo. Junto com seus colegas da universidade de Giessen e cientistas da RESTAURAÇÃO da associação de pesquisa, testou um teste de resistência genotypic rápido para o colistin que é já disponível no comércio. “Esta é a única maneira com que a resistência móvel pode ser diferenciada da resistência comum, porque fenotìpica são os mesmos,” explica pode Imirzalioglu, que é igualmente primeiro autor do estudo e cientista de DZIF na universidade de Giessen.

Obter resulta ràpida

Para a avaliação deste teste rápido, os cientistas trabalharam junto com a empresa AmplexBiosystems GmbH que forneceu os jogos de teste gratuitamente. 104 isolados bacterianos dos animais, dos seres humanos e do ambiente submeteram-se ao teste com o teste rápido molecular: os resultados da análise rápidos foram comparados àqueles de arranjar em seqüência do genoma ou de PCR completo, e demonstraram uma sensibilidade e uma especificidade de cem por cento.

O teste podia claramente diferenciar-se entre a resistência comum do colistin e a resistência móvel situadas em plasmídeo. “Os resultados da análise tornam-se disponíveis em somente vinte minutos,” explicam Judith Schmiedel da equipe de Giessen. “Com o procedimento convencional, toma diversas horas para obter resultados. Adicionalmente, o sistema é muito descomplicado, assim que deve ser desenvolvido mais para uso futuro nos hospitais assim como para a criação de animais e a produção alimentar.” Contudo, o teste rápido é limitado ainda porque aplicando o directamente às amostras não foi avaliado ainda. Até agora, o teste foi aplicado somente às culturas bacterianas, mas os cientistas estão certos que é somente uma questão de tempo antes que esteja desenvolvido mais.

Fundo do projecto

No projecto actual, os cientistas de DZIF trabalharam com os sócios do projecto da associação de pesquisa RESTAURADOS que se dedicou a pesquisar a resistência antibiótica nas bactérias do intestino. A equipa de investigação combina a experiência das instituições científicas e da saúde pública. Ao lado dos cientistas da universidade Giessen de Justus Liebig, uns membros mais adicionais da associação incluem cientistas do Freie Universität Berlim, a universidade da medicina veterinária Hannover, fundação, o Stiftung Tierärztliche Hochschule Hannover, o Landesbetrieb Hessisches Landeslabor Giessen e instituto federal para a avaliação de risco em Berlim. “Com esta colaboração interdisciplinar, nós estamos seguindo a uma aproximação da saúde que leva em consideração as conexões sistemáticas entre seres humanos, animais, o ambiente e a saúde a fim lutar a resistência antibiótica,” dizemos o prof. Trinad Chakraborty, director do instituto da microbiologia médica no JLU em Giessen e coordenador do local Giessen-Marburg-Langen do sócio de DZIF.