Os cientistas identificam a enzima RIOK1 como o alvo novo para a terapia do cancro

O Dr. Florian Weinberg, do grupo de investigação do prof. Dr. Tilman Brummer no instituto da pesquisa molecular da medicina e da pilha (IMMZ) da universidade de Freiburg, juntou-se a forças com os cientistas dos departamentos da patologia e da medicina clínicas mim do centro médico Freiburg da universidade e do centro do cancro de Kinghorn/Garvan Insitute em Austrália em uma equipe internacional que identificasse um alvo novo para a terapia do cancro. Os pesquisadores descobriram que a enzima RIOK1 colabora com a proteína de RAS, que é transformada frequentemente nos tumores e promove conseqüentemente o crescimento do tumor e a revelação das metástases. Estes tumores secundários são espalhados pelo tumor preliminar, se não é removido a tempo, e sidos a causa de morte na maioria de pacientes que sofre de cancro. Os pesquisadores acreditam que pode ser possível usar inibidores assim chamados para obstruir a actividade enzimático de RIOK1, retardando desse modo a progressão da doença. A equipe tem publicado recentemente seus resultados no jornal translational EBioMedicine.

As doenças do cancro são caracterizadas pelas mutações genéticas que causam o crescimento descontrolado de próprias pilhas do corpo. Isto, por sua vez, conduz à revelação dos tumores. A maioria de tratamentos combinam a cirurgia para remover o tumor com a quimioterapia ou a radioterapia, ambo são usados para inibir o crescimento rápido das pilhas. Os inibidores específicos podem igualmente ser usados como uma terapia adicional ou alternativa. Estas drogas inibem a actividade das proteínas e das enzimas prejudiciais produzidas pelos genes transformados nos tumores. Contudo, há actualmente somente muito poucas maneiras de tratar especificamente tumores RAS-conduzidos. Porque aproximadamente 30 por cento de todas as pacientes que sofre de cancro levam uma mutação de Ras em seus tumores, há uma necessidade muito forte de encontrar maneiras novas de visar RAS.

A equipe dos cientistas estudou o comportamento do crescimento de células cancerosas RAS-transformadas humanas do pulmão, do peito, e as colorectal em modelos da cultura celular e do animal. Em cada caso, podiam alterar genetically as pilhas, de modo que pudessem já não produzir RIOK1, um método que imitasse os efeitos de um destilador para ser o inibidor RIOK1 desenvolvido. Por esta aproximação, os autores podiam reduzir o crescimento e a agressividade das células cancerosas. Especialmente nos modelos animais, os pesquisadores observaram que as pilhas alteradas podiam já não formar metástases. RIOK1 pertence à família da enzima das quinase de proteína para que os inibidores já são usados com sucesso na terapia do cancro. Conseqüentemente, os cientistas acreditam que as substâncias similares que inibem a actividade enzimático de RIOK1 poderiam ser desenvolvidas em um futuro próximo. Além, RIOK1 poderia ser usado para prever mais exactamente a progressão do pulmão e do cancro da mama, porque os pesquisadores observaram uma produção aumentada de RIOK1 no tecido do tumor dos pacientes que tiveram um prognóstico mais deficiente.

Os pesquisadores indicaram que mais estudos são necessários confirmar RIOK1 como um alvo para a terapia do cancro, contudo. Seria importante, por exemplo, para compreender o mecanismo exacto através de que a enzima apoia o crescimento e a metástase do cancro. É igualmente essencial que os inibidores estejam testados primeiramente nos organismos modelo antes que as drogas possam ser testadas em estudos clínicos. Os estudos da inicial dos pesquisadores em lombrigas e em pilhas humanas demonstraram que as pilhas de corpo saudáveis parcialmente estão afectadas somente ou não afectadas de todo pela perda de RIOK1, porque não dependem da enzima. Isto significaria que, ao mesmo tempo, células cancerosas seria inibido do crescimento e de espalhar tumores novos.