Os profissionais dos Media mostram uma mais baixa taxa do eyeblink do que outro, pesquisa sugerem

De acordo com uma pesquisa conduzida pelo Universitat Autònoma de Barcelona e Universidad Pablo de Olavide da Espanha em Sevilha, os profissionais dos media mostram uma taxa do eyeblink mais baixo do que o resto, não somente quando olham telas mas também quando olham eventos vivos. Os Resultados desta pesquisa sugerem que uma taxa saudável do eyeblink em profissionais dos media seja ocupada não somente quando estão olhando telas mas também quando estão olhando eventos vivos.

O professionalization dos Media afecta a taxa do eyeblink. De acordo com um estudo recente, publicado em PLOS UM, os profissionais dos media piscam menos do que outro, mesmo quando estão olhando o mundo real. Em um estudo precedente por estes autores, mostrou-se que o professionalization dos media afectou a taxa do eyeblink durante o consumo dos media. Nesta nova obra, os pesquisadores mostram que a taxa mais baixa do eyeblink em profissionais dos media acontece não somente quando estão olhando telas, mas também quando olharem eventos vivos.

Eyeblink tem funções cognitivas e fisiológicos. A taxa de Eyeblink foi ligada à atenção. Ao mesmo tempo, piscar lubrifica o olho e uma baixa taxa do eyeblink pode provocar a insuficiente lubrificação, e esta pode causar problemas de saúde do olho. Desde Que as baixas taxas do eyeblink podem causar problemas do olho, os resultados desta pesquisa convidam para pensar que a taxa do eyeblink de profissionais dos media deve ser levada em consideração não somente quando estão olhando telas, mas também quando olharem a realidade. O resultado o mais surpreendente desta pesquisa é que a observação das telas firmemente ao longo do tempo e fazer decisões concomitantes com um nível elevado de atenção, como profissionais dos media fazem, taxa do eyeblink das diminuições não somente em contextos dos media, mas igualmente durante eventos vivos.

Além Disso, os pesquisadores compararam a percepção visual da realidade com a aquela das telas. Mostraram que o tipo dos estímulos (realidade contra telas) afecta a taxa do eyeblink em profissionais dos media: olhar telas inibe a taxa do eyeblink quando comparada a olhar o mundo real. Contudo, este fenômeno não é como claramente no grupo dos profissionais dos não-media. Os Autores deste estudo estão estudando agora se os efeitos similares acontecem nos gamers e nos consumidores do videoclip.

Para este estudo, os participantes foram mostrados vídeos diferentes e uma representação teatral real. Todos Os estímulos tiveram o mesmos índice, narrativa, acções, duração e carácter. A taxa de Eyeblink aos estímulos selecionados foi comparada a esse ao estímulo real. Uma fase especial para a apresentação de execução do estímulo foi projectada (Imagem 1). Teve duas áreas diferentes: na parte traseira, havia um contexto preto para a representação real; na parte dianteira, havia um painel preto com um furo para a tela que mostra os vídeos. Sempre Que o jogo vivo teve que ser apresentado, a tela usada para os vídeos foi removida.

A actividade Electromiográfica do músculo do oculi dos orbicularis foi monitorada com um sistema sem fio do EEG.

Source: http://www.uab.cat/web/newsroom/news-detail/x-1345668003610.html?noticiaid=1345725098155