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A droga aprovado pelo FDA melhora resultados clínicos entre pacientes com doença imunológica rara

Adicionando o mepolizumab injectável da droga ao tratamento padrão para o granulomatosis eosinophilic com polyangiitis (EGPA), uma doença imunológica rara, resultados clínicos significativamente melhorados entre participantes em um ensaio clínico avançado, cientistas relata.

O estudo foi financiado comum pelo instituto nacional da alergia e as doenças infecciosas (NIAID), a parte dos institutos de saúde nacionais (NIH), e a companhia farmacéutica GSK, que faz o mepolizumab. A experimentação ocorreu em 31 locais da pesquisa em nove países, incluindo o centro de pesquisa clínico de NIH em Bethesda, Maryland. Mepolizumab é aprovado já pelos E.U. Food and Drug Administration para tratar povos com a asma eosinophilic severa.

Em EGPA, conhecido previamente como a síndrome de Churg-Strauss, o número de um tipo do glóbulo branco chamou aumentos de um eosinophil dramàtica. Os povos afetados experimentam geralmente a asma severa primeiramente e desenvolvem mais tarde dano do multi-órgão enquanto os eosinophils acumulam nas paredes de vasos sanguíneos. Os eosinophils liberam as proteínas tóxicas que causam a inflamação de e a danificam às paredes do vaso sanguíneo, conduzindo a dano restrito da circulação sanguínea e de tecido.

Os povos com EGPA são tratados actualmente com os esteróides orais, que geralmente devem ser tomados continuamente, mas seu uso a longo prazo tem efeitos secundários sérios. Adicionalmente, os esteróides não ajudam todos, e têm uma recaída são comuns. Para tentar impedir periódico tem uma recaída, doutores pode adicionar as medicamentações que suprimem o sistema imunitário, mas estas drogas igualmente podem ter efeitos secundários sérios.

No ensaio clínico da fase 3, os cientistas testaram a eficácia de adicionar o mepolizumab ao tratamento esteróide para EGPA, com ou sem imunossupressores, em 136 pacientes que não tinha respondido ao tratamento nem tinha tido uma recaída. Por um ano, a metade dos participantes recebeu injecções do mepolizumab e a metade recebeu injecções de um placebo cada 4 semanas. Nem os investigador nem os participantes conheceram quem tinha recebido que até o final da experimentação.

EGPA era na remissão cumulativa no mínimo 24 semanas em 28 por cento dos participantes que receberam o mepolizumab mas em somente 3 por cento que recebeu o placebo. Além, a doença estava na remissão nas semanas 36 e 48 em 32 por cento dos participantes que receberam o mepolizumab mas em somente 3 por cento que recebeu o placebo. Aproximadamente a metade dos participantes que receberam o mepolizumab não conseguiu a remissão, comparada a 81 por cento daquelas que receberam o placebo. Um estudo NIAID-financiado é corrente aprender que marcadores biológicos distinguem aqueles que tiraram proveito do mepolizumab daqueles que não fizeram.