A Pesquisa revela razão subjacente para a dor intensa nos pacientes com telhas

A Varicela é uma doença de infância típica. Na maioria dos casos, é benigna, e os sintomas desaparecem no prazo de dez dias. Contudo, seu agente causal, vírus do zoster do Varicella (VZV), sobras no organismo para sempre. Em alguns casos, o vírus pode ser reactivated anos mais tarde, causando uma doença diferente conhecida como o zoster de herpes, ou telhas.

Um do primeiro e a maioria de sintomas desagradáveis das telhas é nevralgia, ou dor intensa constante que afeta principalmente os nervos da caixa mas igualmente do pescoço, do nervo de trigeminal na face, e da parte traseira mais baixa. A dor pode ser acompanhada do paresthesia (um sentimento dos pinos e as agulhas, formigar, picar, itching, a dormência, o burning e/ou o frio). Um prurido de pele empolando doloroso torna-se frequentemente.

Os mecanismos imunes provocados pelo vírus quando reactivated, mudando a maneira que os neurônios sensoriais funcionam e tendo por resultado a nevralgia herpetic, são descritos pelos pesquisadores afiliado com a Universidade de São Paulo (USP) em um artigo publicado No Jornal da Neurociência. Os autores dizem que suas descobertas colocam uma fundação para tratamentos novos para combater não somente a dor aguda mas para impedir igualmente que se torne crônica, uma circunstância conhecida como a nevralgia cargo-herpetic.

A investigação foi conduzida sob a égide do Centro para a Pesquisa sobre as Doenças Inflamatórios (CRID), um dos Centros da Pesquisa, da Inovação e da Disseminação financiados pela Fundação de Pesquisa de São Paulo (FAPESP).

O “Tratamento para a nevralgia herpetic actualmente é baseado nos corticosteroide anti-inflamatórios, que eliminam os sintomas mas pode danificar o controle da infecção porque são imunossupressores. Alguns de nossos resultados sugerem que as terapias capazes de obstruir a acção de um mediador inflamatório chamado TNF [factor de necrose de tumor] poderiam actuar mais selectivamente e assim que poderiam ser mais eficazes,” disseram Thiago Cunha, um professor na Faculdade de Medicina do Ribeirão Preto do USP (FMRP) e no co-autor do artigo.

Quase todos os seres humanos adultos levam VZV, ele adicionaram. VZV encontra-se geralmente dormente nos gânglio, conjuntos de neurônios sensoriais que se projectam às partes diferentes do corpo. Os Factores que não são compreendidos ainda inteiramente mas que envolve certamente uma diminuição na imunidade conduzem ao reactivation de VZV em alguns povos, causando a inflamação dos gânglio. As Telhas afectam geralmente povos sobre 60.

“Até o vírus é transportado ao longo dos nervos e as lesões de pele aparecem, que toma tipicamente cinco a dez dias, o único sintoma das telhas são nevralgia. Isto faz o diagnóstico difícil,” Cunha disse.

Uma das contribuições da pesquisa executada em CRID é a validação de um modelo animal para estudar os mecanismos moleculars envolvidos na nevralgia herpetic. Porque VZV não contamina ratos, as experiências do grupo de investigação usaram o tipo do vírus de palavra simples de herpes - 1 (HSV-1), um micro-organismo relacionado que pudesse causar lesões de pele orais e genitais nos seres humanos.

“As causas HSV-1 causam dor e lesões de pele nos ratos, produzindo uma circunstância muito similar às telhas,” Cunha disse. “Nós usamos este modelo para caracterizar os mecanismos imunes provocados pelo vírus nos gânglio de raiz dorsal, que são encontrados ao lado da medula espinal.”

Após o um número experimenta in vitro e in vivo envolvendo ratos unmodified e os ratos que tinham sido alterados genetically para não expressar determinadas moléculas que participam em respostas imunes ou para expressar pilhas fluorescentes do projétil luminoso, o grupo formularam uma teoria para explicar o que acontece nos gânglio quando VZV reactivated.

Os pesquisadores acreditam que as pilhas imunes, e especialmente os macrófagos e os neutrófilo, estão atraídos ao tecido de nervo e começam a liberar cytokines (mediadores inflamatórios) lá em um esforço para eliminar o micróbio patogénico.

Um destes cytokines é TNF, que liga a uma proteína (tipo do receptor de TNF - 1, ou a TNFR1) nas membranas de pilhas satélites, as pilhas glial que fornecem o potássio aos neurônios circunvizinhos.

A activação TNFR1 pelo cytokine reduz a expressão de Kir4.1, uma proteína que actue como um canal para que os íons do potássio penetrem as pilhas satélites.

“Quando o neurônio despolarizar [gerando um impulso elétrico], o potássio viaja do intracelular ao media extracelular. Para manter um balanço químico no local, o potássio adicional deve incorporar a pilha satélite, e este ocorre através do canal Kir4.1,” Cunha explicou.

Contudo, as experiências do grupo sugerem que a diminuição TNF-induzida na expressão do canal Kir4.1 conduza a um acúmulo do potássio em torno do neurônio, que se torna então mais excitável do que deve ser.

“O neurônio torna-se mais sensível a todo o estímulo, e a dor espontânea pode mesmo ocorrer. Assim, não há nenhuma lesão, mas um pouco uma mudança nas características funcionais da pilha. Em nosso modelo, nós avaliamos a resposta murine ao estímulo mecânico,” Cunha disse.

A resposta comportável dos animais foi analisada usando o teste do cabelo de von Frey, em que os filamentos de nylon de espessuras diferentes são pressionados contra a pata. Cada filamento representa uma força nos relvados e indica a pressão tolerada sem sinais do incómodo.

“Visto Que os ratos saudáveis no grupo de controle começaram a indicar o incómodo quando a pressão alcançou 1 g, os ratos com nevralgia fizeram assim na escala de 0.04-0.08 g,” Cunha disse. “Isto demonstra a hipersensibilidade. Contudo, quando nós repetimos a experiência e tratamos os ratos com os anticorpos que neutralizaram TNF, respondeu idêntica ao grupo de controle.”

Em uma outra experiência, os ratos alterados de modo a para não expressar TNFR1 indicaram menos dor quando contaminados pelo vírus do que ratos unmodified.

A investigação foi conduzida durante a pesquisa do PhD do Silva de Jaqueline Raymondi, apoiada por uma bolsa de estudos de FAPESP e supervisionada por Thiago Cunha e por Fernando de Queiroz Cunha, também um professor em FMRP-USP.

Aproximação Nova

De acordo com Thiago Cunha, os dados na literatura científica mostram que os pacientes que usam a anti-TNF medicamentação para tratar doenças inflamatórios crônicas tais como a artrite reumatóide são menos prováveis desenvolver a nevralgia cargo-herpetic.

“Este era um dos factores que aquele nos conduziu suspeitar que TNF jogou um papel chave na génese da dor,” disse.

Testando esta classe de drogas no tratamento das telhas, os pesquisadores igualmente vêem uma possibilidade de investigar as moléculas que modulam o canal Kir4.1.

“Uma droga que faça esta modulação indirectamente, actuando nos receptors de GABA B, está já no mercado. Chamou baclofen e é usada principalmente como um relaxant de músculo. É um valor da alternativa que testa,” Cunha disse.

Source: http://agencia.fapesp.br/study_explains_why_patients_with_shingles_feel_pain/25844/