Os pesquisadores Portugueses revelam o mecanismo do movimento dos núcleos dentro das pilhas de músculo

Um grupo de pesquisadores em Instituto de Medicina Molecular (IMM) Lisboa revelou o mecanismo por que os núcleos celulares alcançam sua posição dentro das pilhas de músculo. Esta descoberta, publicada agora na Biologia Celular da Natureza, pode ter implicações importantes nas estratégias terapêuticas para tratar doenças musculares.

As doenças Musculares podem variar das desordens genéticas aos músculos de envelhecimento. A perda do Músculo afecta o segmento inteiro da população envelhecida. Isto aumenta o risco de limitações, de hospitalização e de mortalidade severas da mobilidade. Estes números tudo serão inflados pela população de envelhecimento crescente. Calcula-se que em 2050 a população de mundo acima de 60 anos velho dobrará o alcance de ao redor 2 bilhões mundiais. Este envelhecimento generalizado levanta uma série de desafios para a sociedade.

Uma indicação de pilhas de músculo é a posição original de seus núcleos na periferia celular. Em doenças múltiplas do músculo, este posicionamento nuclear não ocorre. Embora a severidade dos sintomas varie entre indivíduos afetados, estas doenças conduzem a uma perda gradual de função que de músculo aquela conduz a uma perda de autonomia.

A equipe conduzida por Edgar Gomes estuda o posicionamento nuclear durante a formação do músculo, em particular como os núcleos se movem de uma posição central inicial para a periferia de pilhas de músculo.

“Durante Todo meu PhD Eu ouvi cientistas comentar no posicionamento nuclear como um indicador para doenças do músculo sem saber os núcleos são posicionados. Estava animando conseqüentemente para descobrir como este processo ocorreu; agora nós temos que compreender porque”, disse o primeiro William autor do estudo Romano.

Os Pesquisadores planejaram um protocolo original que permitisse que projectassem um modelo teórico explicar este fenômeno natural. O modelo então foi testado no laboratório e conduz à identificação das forças envolvidas no movimento nuclear a nível molecular.

“Era fascinante observar pela primeira vez como os núcleos são posicionados na periferia das fibras de músculo. Nós esperamos que esta descoberta será importante desenvolver tratamentos novos para desordens diferentes do músculo e para os ferimentos esporte-induzidos do músculo”, dissemos Edgar Gomes.

Este trabalho, que igualmente envolveu equipes no Instituto do Crick em Londres, e Centro para a Pesquisa no Myology em Paris, identifica o mecanismo e os caminhos moleculars envolvidos no posicionamento nuclear no músculo. Desde Que o posicionamento nuclear é interrompido na maioria de desordens do músculo, estas descobertas podem transformar-se alvos para estratégias terapêuticas novas.

No futuro, este trabalho pode ser base para a identificação dos exercícios físicos óptimos para preservar e reparar a capacidade do músculo. Formular estratégias do exercício não somente para a população de envelhecimento mas igualmente para atletas promoveria um estilo de vida mais saudável.