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O Metabolismo pode impactar a susceptibilidade do anfitrião para desenvolver a malária

Os Pesquisadores de Instituto de Medicina Molecular (IMM) Lisboa encontraram que a susceptibilidade do anfitrião para desenvolver a malária depende de seu estado metabólico, que pode facilmente ser manipulado através dos estímulos externos tais como testes padrões dietéticos.

A progressão e a revelação de uma doença infecciosa são directamente dependentes não somente das características do agente infeccioso de causa mas igualmente das características genéticas do anfitrião, que igualmente ditam a eficiência da infecção.

Durante últimos anos as descobertas científicas sugeriram que o independente externo dos factores da dicotomia parasita, tal como hábitos comendo, pudesse impactar no estabelecimento, na progressão, e no valor-limite das infecções.

A equipe, conduzida por Maria Mota, manipulado a dieta alimentou aos ratos do laboratório por muito curtos períodos de tempo e avaliou o nível de infecção causado pelo parasita de malária. Os resultados, publicados agora na Microbiologia prestigiosa da Natureza do jornal, mostram que um aumento nos níveis de pro-oxidante causados por SHIFT dietéticas conduz a uma redução a 90% na carga do parasita durante a fase hepática da infecção e abaixa conseqüentemente a severidade da doença.

O mecanismo usado pelo anfitrião para eliminar o parasita de malária, revelado agora neste estudo, pode contribuir para explicar como determinadas alterações genéticas associam aos níveis elevados de esforço oxidativo, tais como a anemia de hemácias falciformes ou o beta thalassemia, foi seleccionado na população devido a seu efeito protector contra a malária.

Source: https://imm.medicina.ulisboa.pt/en/imm-lisboa/news/archive/malaria-diz-me-o-que-comes-dir-te-ei-quem-es/