As desconexões do Cérebro nos pacientes de Parkinson puderam conduzir à alucinação visual, o estudo diz

Um estudo novo publicado na Radiologia em linha do jornal sugeriu que desconexões nas áreas do cérebro, que são envolvidas na atenção e processamento do visual pôde conduzir às alucinação visuais nos pacientes com doença de Parkinson.

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De acordo com os pesquisadores, as áreas do cérebro que são encontradas que desligado no MRI funcional (fMRI) puderam ser valiosas para prever a revelação de alucinação visuais em tais pacientes.

As Sensações geradas na mente de uma pessoa, que parece real são chamadas como alucinação. Uma pessoa com uma alucinação pôde ouvir, ver ou sentir algo que não existe. Conforme a Fundação Nacional de Parkinson, para a doença de Parkinson, a alucinação visual podia ser uma complicação.

“Nosso alvo era estudar o mecanismo que é a base de alucinação visuais na doença de Parkinson, como estes sintomas são compreendidos actualmente deficientemente,” disse Dagmar H. Hepp, M.D, autor do estudo, do Departamento da Neurologia e do Departamento da Anatomia e das Neurociência no Centro Médico da Universidade do VU (VUMC), Amsterdão.

Mesmo que houvesse somente alguns estudos que usam o fMRI para explorar alucinação visuais nos pacientes de Parkinson, os pesquisadores poderiam identificar aquele, em tais pacientes que a ocorrência de alucinação visuais é associada extremamente com a revelação da diminuição cognitiva. Isto pôde afectar a capacidade dos pacientes em executar determinadas tarefas durante um exame do fMRI.

No estudo actual, a fim analisar a conexão entre áreas do cérebro, os pesquisadores utilizaram o fMRI do descansar-estado; esta é uma técnica de imagem lactente do cérebro que poderia ser usada em pacientes de avaliação que não executa uma tarefa explícita.

O estudo envolveu 40 pacientes sem a alucinação visual, 15 com a alucinação visual, e 15 controles saudáveis. Nestes participantes, a conectividade do cérebro foi calculada medindo o nível da sincronização entre testes padrões da activação de partes diversas do cérebro.

Os resultados indicaram que, em comparação com o grupo de controle, a comunicação de várias áreas do cérebro com o resto do cérebro nos pacientes com a doença está reduzida. Também, nos pacientes com as alucinação visuais, numerosas outras áreas do cérebro, particularmente aquelas significativas na atenção de manutenção e processamento visual, igualmente mostrado a conectividade diminuída com outras áreas do cérebro.

Menno M. Schoonheim, Ph.D., outro autor do estudo do Departamento da Anatomia e Neurociência em VUMC comentou que a desconexão destas áreas do cérebro pôde conduzir à criação de alucinação visuais nos pacientes afetados com doença de Parkinson.

Mesmo que o estudo não forneça alguns implicações terapêuticas directas, os pesquisadores sugerem que uns estudos mais adicionais possam ajudar em encontrar as técnicas que poderiam estimular as áreas com conectividade diminuída, e desse modo o auxílio em tratar alucinação visuais nos pacientes de Parkinson.

Source: https://eurekalert.org/pub_releases/2017-09/rson-bdm092017.php