O Estudo destaca a associação da obesidade com incontinência fecal em pacientes da espinha bífida

Na introdução De novembro de 2017 das Doenças dos Dois Pontos e do Recto, o Dr. Charlène Brochard e seus colegas de um centro de referência da espinha bífida em Rennes, França, relatam na freqüência de problemas intestinais em 26 - a 45 pacientes dos anos de idade com espinha bífida. O estudo multidisciplinar incluiu os dados clínicos obtidos durante um período de 9 anos em quase 400 pacientes da espinha bífida, sublinhando a associação da obesidade com deficiência orgânica fecal da incontinência e das entranhas.

A Espinha bífida é uma anomalia congenital comum resultando quando há um fechamento incompleto da câmara de ar neural na parte mais inferior da parte traseira, tendo por resultado a saliência da peça ou dos todos os índices do canal espinal com este defeito. Esta anomalia pode ser associada com os problemas múltiplos tais como a paralisia do pé, fluida no cérebro (hidrocefalia) e a bexiga, assim como os problemas do entranhas e os sexuais. Mesmo que houvesse muitos estudos nestes pacientes quando são crianças, houve poucos relatórios em como estes indivíduos vão como se tornam a idade adulta, especialmente no que diz respeito aos problemas das entranhas tais como a incontinência.

Os autores deste estudo usaram ferramentas muito cuidadosas da avaliação para avaliar a presença e a severidade da incontinência das entranhas, da constipação, e da incontinência urinária, assim como determinar a presença de problemas com função sexual em homens e em mulheres. Abaixe a deficiência orgânica do aparelho urinário, incluindo a incontinência urinária assim como as infecções de aparelho urinário, eram o problema o mais comum e ocorrido em 28% dos pacientes. Isto foi seguido pela deficiência orgânica das entranhas em 16% dos pacientes. Três Quartos dos pacientes podiam andar, quando um quarto dos pacientes eram obesos, definido como tendo um índice de massa corporal sobre 30kg/m.2 Mais do que a metade destes pacientes tiveram pelo menos a deficiência orgânica moderado das entranhas como medida pela Contagem Neurogenic da Deficiência Orgânica das Entranhas, com os 70% dos pacientes que experimentam a incontinência fecal, muitos com sintomas severos. Um Terço dos pacientes tiveram a urina e a incontinência das entranhas.

Os Homens, aqueles que eram obesos, aqueles que tiveram a incontinência urinária, e aqueles com constipação severa eram mais prováveis ter a incontinência fecal severa. O nível neurológico do defeito da espinha bífida e outros factores neurológicos (tais como a presença de hidrocefalia) não foram associados com a incontinência fecal severa nem com a função severa das entranhas (definida como tendo menos movimentos de entranhas, precisando uma estadia mais longa mover suas entranhas, exigindo o uso freqüente da estimulação digital para a defecação e tendo um número maior de episódios da incontinência fecal).

Os autores destacam as taxas altas da constipação (85%), incontinência fecal (70%), incontinência fecal severa (60%), e a deficiência orgânica severa das entranhas observou este grupo de adultos relativamente novos. Ao Contrário de alguns estudos prévios, não havia nenhuma correlação com deficiência orgânica fecal da incontinência ou das entranhas com o nível neurológico do defeito da espinha bífida. A correlação com obesidade e constipação apresenta os factores modificáveis que puderam significativamente melhorar a qualidade de vida neste grupo de pacientes. Os estudos Cuidadosos tais como este têm o potencial melhorar a qualidade de vida com muitas desordens da infância, em quem a continuação na idade adulta não é frequentemente tão boa como deve ser.

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