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Os pesquisadores descobrem a maneira nova de atacar pilhas de cancro da próstata resistentes aos medicamentos

Na maioria dos casos, o cancro da próstata é curado pela remoção cirúrgica do tumor e/ou pela radioterapia. Contudo, 20% dos pacientes precisará o tratamento de remover as pilhas do tumor mas este tratamento cessa de ser eficaz após dois ou três anos e o cancro tornam-se mais. Uma vez esta fase da doença não foi alcançada, lá é nenhuma cura. Uma equipe dirigida por Xavier Salvatella, pesquisador de ICREA no instituto para a pesquisa na biomedicina (IRB Barcelona), descobriu uma avenida nova através de que para atacar as pilhas de cancro da próstata que desenvolveram a droga-resistência. Publicado na estrutura do jornal, a parte do grupo da pilha, o estudo abre avenidas terapêuticas novas contra uma doença que cause 75.000 mortes um o ano em Europa apenas (fonte: Cubo europeu da ciência, 2015).

Um alvo claro e uns locais novos do ataque

A sobrevivência e a proliferação de atendimentos das pilhas do tumor da próstata para a proteína de receptor altamente activa do andrógeno. A droga usada para remover as pilhas do tumor interfere com esta proteína ligando a uma região específica do receptor e obstruindo sua actividade. “Ao longo do tempo, a proteína acumula alterações e transforma-se, e vem um ponto onde é inútil visar esta região com drogas porque, de facto, é já não lá,” diz Salvatella.

O laboratório da biofísica molecular, dirigido por Salvatella, estuda a estrutura do tridimensional e os movimentos atômicos do receptor do andrógeno, com o alvo para encontrar locais obrigatórios novos. Soube-se por certos anos que a proteína tem uma região pequena, medindo somente 20 ácidos aminados, que fosse importante para a sobrevivência da pilha do tumor. O estudo descreve agora pela primeira vez que esta região--geralmente sem uma estrutura e conseqüentemente negligenciado a priori como um alvo da droga--tem uma forma da hélice. Em cima de ganhar esta hélice--não se sabe como a hélice ocorre--, uma outra proteína, chamada TFIIF, liga-lhe. O estudo revela que esta interacção estimula a actividade do receptor do andrógeno e, conseqüentemente, facilita a sobrevivência e a multiplicação de pilhas do tumor.

A este motivo do resíduo 20 no receptor que do andrógeno o IRB Barcelona teams adiciona agora a proteína TFIIF como um alvo terapêutico potencial para o cancro da próstata. “O facto de que TFIIF é uma proteína dobrada com uma estrutura mais definida facilita procurarar pelas drogas que podem interferir com sua interacção com o motivo. Para as pilhas do tumor da próstata que se tornaram resistentes ao tratamento, nós acreditamos que esta interacção poderia ser seu último mecanismo através de que para sobreviver e proliferar,” explica Salvatella.

“Usando pilhas in vitro, nós vimos que se nós removemos esta região, a proteína de TFIIF não pode ligar ao receptor do andrógeno. Assim se a interacção não ocorre, o receptor do andrógeno perde a actividade, que é o que nós estamos interessados na realização,” diz Elzbieta Maria Szulc, “aluno de doutoramento de Caixa do la” em IRB Barcelona e co-primeiro autor do estudo com Eva de Mol, “aluno de doutoramento anterior de Caixa do la um” no mesmo laboratório que começou esta linha de pesquisa.

Em colaboração com peritos na modelagem computacional, os cientistas estão procurarando pelas drogas que interferem com o TFIIF. “Nós não sabemos se tais drogas terão um efeito positivo em pilhas, mas os dados disponíveis são prometedores,” diz Salvatella.