Os pesquisadores desenvolvem o método novo para traçar o sistema da dopamina nos pacientes de Parkinson

Com o auxílio de uma câmera do ANIMAL DE ESTIMAÇÃO, os pesquisadores de Karolinska Institutet na Suécia desenvolveram um método novo para investigar o sistema da dopamina nos cérebros dos pacientes que sofrem da doença de Parkinson. Os níveis das medidas do método de uma proteína chamaram o transportador da dopamina e puderam conduzir ao diagnóstico melhorado da doença de Parkinson e à revelação de tratamentos novos. O estudo é publicado nas desordens de movimento do jornal científico.

A dopamina é uma substância produzida no cérebro e é responsável para controlar nossos movimentos. As pilhas que produzem a dopamina são ficadas situadas em uma área conhecida como o brainstem, de onde a dopamina é segregada então nos gânglio básicos, uma área do cérebro que joga uma função importante em regular nossos movimentos.

Na doença de Parkinson, as pilhas da dopamina degeneram e sua perda é responsável para os sintomas do motor que caracterizam a desordem, tal como a agitação, a lentidão do movimento e a dificuldade no passeio.

Usando uma técnica de imagem lactente especial do cérebro conhecida como o tomografia de emissão de positrão (PET), um grupo de pesquisadores em Karolinska Institutet mediu os níveis da proteína DAT do transportador da dopamina que regula os níveis de dopamina no cérebro. DAT funciona como um biomarker para pilhas da dopamina e esta presente na superfície das pilhas da dopamina nos corpos de pilha, nas fibras de nervo e nos términos de nervo. Medindo onde DAT é encontrado, os pesquisadores puderam traçar a presença de pilhas da dopamina.

O estudo foi baseado em 20 pacientes que sofrem do Parkinsonism suave e de um número igual de indivíduos saudáveis. Os resultados mostraram umas quantidades significativamente mais baixas de DAT em términos de nervo nos pacientes do Parkinson do que aqueles que não sofrem da doença. Contudo, a quantidade de DAT permaneceu relativamente intacto em corpos de pilha e em fibras de nervo.

“Estes resultados sugerem que aquele nas fases iniciais das pilhas da dopamina da doença seja ainda viável e isso, dado o tratamento correcto, deve ser possível restaurar sua função,” diz Andrea Varrone, conferente superior na medicina nuclear no departamento de Karolinska Institutet da neurociência clínica que conduziu o estudo.

“O método que nós desenvolvemos é provável poder ajudar no diagnóstico da doença de Parkinson em uma fase mais adiantada e prever a revelação da doença. DAT pode igualmente ser usado como um biomarker nos ensaios clínicos de medicinas novas e estratégias do tratamento,” continua.

Os estudos futuros examinarão pacientes com o Parkinson mais avançado, a fim ganhar uma compreensão maior das relações entre DAT e variáveis clínicas tais como sintomas do motor e as várias fases da doença.

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