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O prejuízo da migração do interneuron podia conduzir à malformação cortical

Uma equipe da universidade de Liège (Bélgica) descobriu uma interferência nova entre os interneurons inibitórios da migração e as células estaminais que geram os neurônios excitatory. Os pesquisadores descobriram que este diálogo celular controla o crescimento do córtice cerebral e que seu prejuízo conduz uma malformação cortical associou previamente com o autismo nos ratos. Seus resultados são publicados na pilha prestigiosa do jornal científico.

O córtice cerebral contem interneurons excitatory e inibitórios. O anteriores são produzidos localmente e movem-se pelo deslizamento radial para alcançar sua posição final dentro do córtice. Interneurons é nascido em regiões distantes do córtice cerebral e migra ao longo dos corredores tangenciais pelo deslocamento ou por saltos saltatory. Os pesquisadores do laboratório para o regulamento molecular de Neurogenesis dentro do GIGA pesquisam (universidade de Liège), dirigido pelo Dr. Laurent NGUYEN, identificaram o papel fisiológico da migração saltatory dos interneurons. Modulando o cytoskleton dos interneurons, os pesquisadores podiam aumentar sua taxa de invasão cortical, que aumentou por sua vez a taxa de produção de neurônios de projecção por seus ancestral. Igualmente sugerem que tal alteração poderia conduzir ao macrocephaly e à revelação dos symptomes característicos de desordens psiquiátricas tais como o autismo.

“Mais precisamente, a conversão do modo da migração do interneuron é tornada possível eliminando a actividade de uma enzima chamada o carboxypeptidase 1 (CCP1). A invalidação genética de CCP1 reduziu o deslocamento saltatory dos neurônios, convering seu movimento em um modo de deslizamento de migração sem alterar sua velocidade média da migração”, explica o SILVA de Carla, um pesquisador na equipe do Dr. Laurent NGUYEN.

Este trabalho demonstra a função fisiológico da migração saltatory: este modo de migração é caracterizado em períodos de pausa não sincronizados dentro da população de interneurons da migração. Esta heterogeneidade do movimento regula o fluxo dos interneurons que alcançam o córtice cerebral tornando-se, limitando o número de pilhas que participam no diálogo com as células estaminais que geram os neurônios excitatory. Este controle regula a produção de neurônios excitatory. Quando as pausas são eliminadas, mais interneurons migram ao mesmo tempo e o córtice é colonizado temporariamente por interneurons supranumerários. Isto conduz a um influxo maciço da informação que estimula células estaminais gerar números excessivos de neurônios excitatory.

“Esta descoberta foi tornada possível combinando a análise biológica com a modelagem da bioinformática de movimentos celulares na escala da população. Para usar uma analogia do dia-a-dia, uma pode fazer um paralelismo com o princípio do zíper ao fluxo de tráfego do controle. De facto, o zíper da estrada faz o tráfego rodoviário mais fluido evitando o carro quebra”, explica NGUYEN de Laurent.