Os neurocientistas investigam mecanismos do cérebro do comportamento altruísta

Há dois veteranos de guerra, ambos com a lesão cerebral traumático penetrante (TBI) causada por um tiro de espingarda. Um deles tende a doar seu próprio dinheiro às entidades que sociais acredita dentro, e outra pune as instituições que não o representam. A resposta para estas diferenças comportáveis confia nas áreas do cérebro, de que após a danificação durante a guerra do vietname já não está trabalhando como são supor a. A fim explicar estes mecanismos, os neurocientistas investigaram o comportamento altruísta - acções que beneficiam outro - em veteranos de Vietname. O estudo foi publicado no cérebro.

No mínimo 150 anos, nós sabemos que TBI pode mudar diversos domínios do comportamento, danificando o comportamento social ou a memória, por exemplo, segundo que as áreas do cérebro foram danificadas. Contudo, traçar a relação entre áreas do cérebro e comportamento pode ser resistente, especialmente para o comportamento complexo tal como o altruísmo. Os veteranos de guerra constituem uma oportunidade original de revelar o relacionamento causal entre como as áreas específicas do cérebro são envolvidas no comportamento social.

Este estudo - parte de uma iniciativa que investigasse o cérebro dos veteranos de guerra desde os anos 80 - 94 veteranos de guerra incluídos com penetração de TBI e de 28 controles que igualmente serviram no combate em Vietname mas não tiveram nenhuma história da lesão cerebral. Todos os participantes tiveram seus cérebros examinados com um tomografia computorizada (CT), um método não invasor que permitisse a investigação dos danos cerebrais.

Também, os veteranos participaram em uma tarefa de decisão altruísta a fim capturar suas intuições de justiça e da moralidade. Neste teste, cada participante foi exigido doar ou punir 30 organizações caritativas envolvidas em edições sociais salientes, tais como o aborto e o controlo de armas. Cada decisão (doe ou puna) custou-lhes $1, quando os evitar resultou em economias.

Na tarefa de decisão altruísta, doe e puna são decisões tipicamente altruístas: envolvem dar longe de seu próprio dinheiro a fim beneficiar terceiros. “Este teste é diferente do que outro porque permite que nós vão profundamente em sua intenção moral, desde que doa ou pune ao que acredita é direito ou errado”, explica Ricardo de Oliveira-Souza, neurologista do instituto de D'Or para a pesquisa e a educação e o autor do estudo.

Altruísmo no cérebro

Ao ligar o desempenho dos participantes no teste a suas lesões de cérebro, os cientistas encontraram que aqueles veteranos que fizeram mais decisões para punir mostraram lesões bilaterais no córtice pré-frontal dorsomedial. Por outro lado, menos punição foi associada com as lesões nos córtices perisylvian temporo-insulares e direitos esquerdos.

Contudo, as decisões a doar a uma organização dada foram associadas com as lesões em outras áreas do cérebro. O aumento nas doações foi ligado às lesões bilaterais no córtice parietal dorsomedial, quando a diminuição nas doações foi observada nos veteranos que tinham sofrido dano em partes traseiros do hemisfério direito, incluindo o sulcus temporal superior e o giro temporal médio.

“Nossos resultados revelam que nós temos dois circuitos distintos do cérebro que entram a acção sob uma situação moral: um deles pune, outro doa”, destaca Oliveira-Souza.

Os estudos precedentes têm aguçado à importância destas áreas do cérebro para determinar o sentido da moralidade e justiça para indivíduos ou grupos sociais. De acordo com os autores, o estudo actual reforça a noção que as decisões altruístas emergem do processo cognitivo complexo que entram a acção durante uma decisão moral, por exemplo se uma é a favor ou contra direitos civis.

“Nós esperamos aquele que aprendemos mais sobre os mecanismos do cérebro do comportamento altruísta e de seus comportamentos que sociais relacionados nós podemos promover os comportamentos sociais positivos que as famílias desejam; particularmente nos pacientes sob a reabilitação para formulários diferentes de desordens ou da lesão cerebral neurodegenerative”, diz Jordânia Grafman, do programa de investigação da lesão cerebral, Shirley Ryan AbilityLab, Chicago, EUA.

No futuro, os autores esperam avaliar jovens e mulheres com a tarefa de decisão altruísta a fim investigar se há alguma diferença nos circuitos do cérebro da moralidade relativos ao sexo e à idade.