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Os cancros podem ser detectados no tamanho menor nos peitos com implantes, estudo revelam

O aumento do peito com implantes não interfere com a capacidade para detectar uns cancro da mama mais atrasados--de facto, os cancros podem ser detectados em um tamanho menor nos peitos com implantes, de acordo com um estudo na introdução de abril do plástico e da cirurgia reconstrutiva®, o jornal médico oficial da sociedade americana dos cirurgiões plásticos (ASPS).

Mas a mamografia pode ser menos provável detectar cancros nos peitos com implantes, de acordo com a pesquisa por Michael Sosin, DM, do hospital, do Washington, da C.C., e dos colegas da universidade de MedStar Georgetown. O estudo igualmente mostra algumas diferenças no diagnóstico e no tratamento do cancro da mama nas mulheres que tiveram o aumento do peito, incluindo uma taxa mais alta de mastectomia.

Cancros palpáveis detectados no tamanho menor nos peitos com implantes

Os pesquisadores estudaram 48 pacientes com o cancro da mama que torna-se após o aumento do peito, junto com um grupo de 302 mulheres com cancro da mama que não teve implantes de peito. O tempo médio do aumento do peito ao diagnóstico do cancro era 14 anos. Os dados nos dois grupos de pacientes foram analisados para determinar se e como o aumento do peito e a presença de implantes afectaram a detecção, a plataforma, e o tratamento do cancro da mama.

No diagnóstico, os cancros eram significativamente menores nas mulheres com implantes de peito: tamanho médio 1,4 centímetros, comparados a 1,9 centímetros nas mulheres sem os implantes. Nos pacientes cujos os cancros foram detectados encontrar de uma massa palpável--pelo auto-exame do peito ou pelo exame clínico--o tamanho de tumor médio era 1,6 cm no grupo do aumento do peito contra 2,33 cm no grupo da comparação.

Contudo, a taxa de detecção do cancro por mamogramas de selecção era mais baixa para mulheres com implantes: 77,8 por cento, comparados a 90,7 por cento nos peitos sem os implantes. Os cancros tenderam a ser diagnosticados em uma fase mais adiantada no grupo do aumento do peito, embora a diferença não fosse estatìstica significativa.

O estudo igualmente encontrou algumas diferenças no diagnóstico e no tratamento subseqüentes do cancro da mama. As mulheres com implantes eram mais prováveis submeter-se à biópsia do excisional e menos provável submeter-se imagem-guiou a biópsia da agulha do núcleo. As mulheres no grupo do aumento do peito eram mais prováveis ser tratadas com a mastectomia, 73 contra 57 por cento; e menos provável submeter-se ao tratamento deconservação, 27 contra 43 por cento.

A detecção do cancro da mama era não afectada pelo tipo do implante de peito (silicone contra salino-enchido), ou se o implante estêve colocado sobre ou sob o músculo peitoral. Havia alguma evidência para sugerir que a detecção mamográfica fosse mais provável nos peitos com salino-enchido contra implantes silicone-enchidos.

Calculou que 1 em 8 mulheres desenvolverá o cancro da mama durante suas vidas, quando quase 300.000 mulheres se submeterem ao aumento do peito todos os anos. Os estudos mostraram claramente que os implantes de peito não aumentam o risco de cancro da mama. Mas há uns interesses continuados que implanta pôde conduzir ao diagnóstico atrasado do cancro da mama.

Os resultados novos sugerem que os cancro da mama sejam prováveis ser detectados em tamanhos menores nas mulheres que se submeteram ao aumento do peito--especialmente para as massas palpáveis detectadas pelo auto-exame ou pelo exame clínico.

Ao contrário, selecionar a mamografia pode ser mais provável faltar cancros nas mulheres com implantes, apesar do uso das técnicas mamográficas modernas projetadas aumentar a detecção.

Quando as mulheres com implantes puderem ser mais prováveis se submeter à mastectomia, os autores notam aquele tratamento deconservação permanecem uma opção para tais pacientes. O Dr. Sosin comenta, “nossos resultados podem ter as implicações importantes para o paciente que aconselham em relação à detecção do aumento e do cancro da mama do peito.”