Personalizando T-pilhas para a imunoterapia do cancro

Por Sam McKenzie

A imunoterapia envolve a alteração de pilhas imunes para estimular uma resposta imune para o tratamento ou a prevenção da doença. No caso das terapias do cancro, o alvo é induzir uma resposta imune que vise e mata as pilhas cancerígenos enquanto evitando dano às pilhas saudáveis.

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Há dois tipos de pilhas de T (CD4+ e CD8+). As T-pilhas de CD8+ reconhecem as proteínas estrangeiras ou micróbio-derivadas chamadas antígenos. Estes micróbios patogénicos são processados pelo antígeno que apresenta pilhas em peptides e apresentados nas moléculas chamadas complexos principais do histocompatibility (MHCs). Isto permite que as T-pilhas induzam uma resposta imune.

Os receptors de célula T (TCRs) têm afinidaoes diferentes para peptides diferentes do antígeno. Somente TCRs com uma afinidade alta induzirá uma resposta imune. TCRs anticanceroso natural tem a baixa afinidade assim que os métodos para gerar TCRs com uma afinidade mais alta às pilhas cancerígenos devem ser usados.

Usar T-pilhas terapêuticas para a imunoterapia do cancro não é directa. Para que a terapia seja um formulário eficaz do tratamento, as T-pilhas devem ser:

  • Traficado ao local de um tumor
  • Supere o immunosuppression
  • Vise todas as pilhas do tumor
  • Não afecte tecidos saudáveis
  • Cofre forte para o uso em uma vasta gama de pacientes

Isto pode parecer como um pedir demasiado, mas avanços recentes na biologia sintética e genoma que edita o grande potencial da oferta resolver estes problemas.

Os estudos recentes investigaram a capacidade para projectar um t-cell de CD8+ que pudesse visar e matar pilhas cancerígenos eficientemente.

Um método que aumente a afinidade de TCRs envolve indicar uma biblioteca de TCRs na superfície de um bacteriófago, a seguir executar diversos círculos da selecção precisa usando complexos imobilizados do peptide-MHC. Isto aumenta a afinidade de TCRs dirigindo a evolução deles aumentar a afinidade do TCR-peptide-MHC.

No thymus, as T-pilhas imaturas submetem-se a várias fases da revelação e podem-se transformar-se T-pilhas de CD8+. Estas T-pilhas interagem com os auto-antígenos e o MHCs. as T-pilhas com a afinidade demasiado alta são destruídas e umas com afinidade demasiado baixa morrem.

Um outro método usado para gerar T-pilhas anticancerosas de uma afinidade mais alta é contornear a fase de selecção thymic da revelação de célula T. Estas T-pilhas não se submeteram à selecção clonal, e compreendem assim a afinidade alta TCRs cancro-específico.

Isto tem sido conseguido previamente através da geração' de ratos humanizados ` que expressam um alelo do rato MHC e o TCR humano. Desde que estes ratos não contêm nenhum antígeno humano, o TCRs reactivo humano não é suprimido.

As T-pilhas de alteração para visar células cancerosas podem fornecer uma alternativa às imunoterapias existentes do cancro, tais como inibidores do ponto de verificação. Contudo, mais pesquisa é necessário no campo da imunoterapia de célula T a fim desenvolver terapias eficazes, visadas do cancro.