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Os cientistas arranjam em seqüência e analisam genomas de albicans da candida

Os albicans da candida são uma da espécie fungosa a mais formidável, causando a infecção nos seres humanos. Investigar os métodos da estrutura e da reprodução de populações patogénicos pode ajudar-nos a compreender como emergem e espalham. Uma equipe dos cientistas conseqüentemente decididos arranjar em seqüência de todo o mundo e analisar os genomas de 182 tensões de albicans do C. Confirmaram a reprodução clonal deste micróbio patogénico humano mas igualmente mostraram que a reprodução parasexual, observada previamente somente em um ajuste do laboratório, contribui à diversidade genética de albicans do C. e conseqüentemente também a sua capacidade para se adaptar aos ambientes novos e para se livrar de mutações deletérias.

Há 5 milhão espécies fungosas, mas somente alguns cem podem causar a doença nos seres humanos. Os albicans da candida são um do mais formidáveis destas espécies. Pertence a um dos quatro géneros dos fungos patogénicos responsáveis para taxas de mortalidade altas nos seres humanos e é a segunda - a maioria de agente comum da infecção fungosa oportunista no mundo. Os albicans da candida são parte do microbiota humano do intestino (um fungo comensal) mas igualmente causa infecções mucosas em indivíduos saudáveis e infecções oportunistas severas naquelas com defesas imunes enfraquecidas (os indivíduos e os pacientes immunocompromised que receberam transplantações de órgão, cirurgia séria submetida ou sofreram o traumatismo principal).

A compreensão de como os micróbios patogénicos emergem e a propagação envolvem analisar a estrutura de suas populações. Diversos estudos mostraram a importância da genética de população em derramar a luz na emergência de doenças novas, tais como a síndrome do branco-nariz nos bastões em America do Norte, que é causada por um fungo e é populações inteiras devastadores do bastão. Neste caso, os estudos da genética de população revelaram que um fungo da origem européia, que é inofensiva em populações européias do bastão, invadiu America do Norte através da expansão clonal.

Os cientistas na biologia e na unidade fungosa da parogenicidade no Institut Pasteur e AICN, em colaboração com outras 12 equipes, arranjaram em seqüência e analisaram os genomas de 182 tensões dos isolados dos albicans do C., comensais ou responsáveis para infecções superficiais ou invasoras, de todo o mundo. Este é o estudo o maior da genómica da população realizado no micróbio patogénico até agora. Confirma a reprodução primeiramente clonal deste micróbio patogénico humano. Mas igualmente mostra traços de introgression no genoma de algumas tensões, indicando a possibilidade de trocas genéticas entre tensões na natureza e refletindo a reprodução parasexual, independente da meiose, que tinha sido observada previamente somente em um ajuste do laboratório, ou da reprodução sexual, até aqui desconhecido para albicans do C. O uso dos albicans do C. (para) da reprodução sexual não é nenhuma dúvida crucial para que gere a diversidade genética e adapte-se rapidamente aos ambientes novos, assim como livre-se das mutações deletérias que se acumulam durante a reprodução clonal e que, se não são eliminados, conduziria às espécies a extinção.

Mais sobre a candidíase

Os fungos (fermento) do género da candida podem causar as infecções superficiais que afetam as mucosas ou a pele, e as infecções invasoras, localizadas a um órgão ou generalizadas durante todo o corpo. Das 200 espécies conhecidas de candida, ao redor vinte são responsáveis para a infecção humana. Os fermentos da candida são frequentemente responsáveis para infecções severas, hospital-adquiridas.