A aproximação nova visa os neurônios circunvizinhos da matriz para proteger os neurônios após o curso

Para proteger os neurônios e limitar o dano após um curso, os pesquisadores do CNRS, a universidade de Caen-Normandie, a universidade Paris-Est Créteil, e a empresa OTR3 levaram a cabo um trajecto inovativo: visando a matriz que cerca e apoia neurónios. Seus resultados, apenas publicados no jornal Theranostics, confirmaram esta estratégia em ratos, e conduzi-la-ão a um estudo clínico entre agora e finais de 2019.

Com sobre 300 casos pelo dia em França, o curso é a causa principal da desvantagem entre adultos, e a segunda causa de morte. 80 a 85% são causados pela oclusão de uma artéria cerebral por um coágulo de sangue (curso isquêmico), com os neurônios próximos que morrem devido à privação do oxigênio. O único tratamento existente envolve eliminar o coágulo de sangue, que é somente possível durante as horas primeiras que seguem um curso, e conseqüentemente disponível somente para uma minoria dos pacientes. Além disso, as lesões de cérebro podem persistir e agravar-se por muito tempo depois que o começo de um curso, sem o tratamento que está actualmente disponível retardá-los, ou para melhorar a recuperação funcional.

As avenidas numerosas da pesquisa estão estudando como proteger os neurônios desta degeneração. Contudo, os tratamentos que atacam esta degeneração encontraram-se somente com falha clínica, que alertou uma equipe conduzida por um pesquisador de CNRS, Myriam Bernaudin, tomar um interesse em um domínio explorado pequeno: o ambiente das pilhas, conhecido como a matriz extracelular. Esta matriz, que oferece às pilhas o apoio estrutural e abriga factores de crescimento, termina acima a desorganização depois de um curso, amplificando desse modo a morte neuronal. A equipe do laboratório Imagerie e os cérébrales das patologias do DES dos thérapeutiques dos stratégies e os tumorales (CNRS/UNICAEN/CEA) aproximou assim os colegas que especializam-se na matriz extracelular nos tissulaires do laboratório Croissance, do réparation e do régénération (CNRS/UPEC), junto com a empresa de biotecnologia OTR3, que tinha trazido já para introduzir no mercado da “tratamentos da terapia matriz” para a cura de úlceras cutâneos ou córneas.

Os pesquisadores demonstraram em ratos a eficácia desta aproximação nova em proteger o cérebro e em melhorar a recuperação funcional após um curso isquêmico. A injecção intravenosa de um agente que imite determinados componentes estruturais da matriz extracelular, conhecida como os sulfatos do heparan, protegem e reconstituem esta matriz, promovem a revelação dos neurônios novos e da regeneração de vasos sanguíneos, e melhora a recuperação de funções sensoriais e de motor.

É conseqüentemente uma avenida prometedora para limitar as repercussões de um curso, um que complementaria técnicas existentes para eliminar coágulos de sangue. Os ensaios clínicos piloto devem começar entre agora e finais de 2019.

Source: http://www2.cnrs.fr/presse/communique/5741.htm