O acesso de avô paterno ao alimento associou com o risco da mortalidade do neto

Um acesso de avô paterno ao alimento durante sua infância é associado com o risco da mortalidade, especialmente mortalidade do cancro, em seu neto, mostras um grande estudo três-geracional da universidade de Éstocolmo. A razão pôde ser epigenética - que as exposições ambientais em uma geração podem influenciar resultados da saúde em seguintes gerações.

Se um avô paterno teve o bom acesso ao alimento e rendimentos raramente altos experimentados como um menino novo, seu neto - mas não a neta - tem um risco mais alto da mortalidade, o estudo mostra. Era especialmente altamente o risco de mortalidade do cancro. Os pesquisadores seguiram aproximadamente 9.000 avós e examinaram a mortalidade de seus netos, mais de 11.000 indivíduos. “O acesso de avô paterno ao alimento prevê que mortalidade da todo-causa e do cancro nos netos” estão publicados na comunicação da natureza do jornal.

Os resultados são muito claros quando se trata da correlação entre o acesso de um avô ao alimento e a mortalidade do seu neto. Um estudo menor sueco precedente, o estudo de Overkalix, mostrou o mesmo resultado. Contudo, nós fomos incapazes de determinar outras correlações sobre as gerações, dizemos Denny Vågerö, um dos autores do papel e professor no departamento de ciências da saúde pública, universidade de Éstocolmo.

A pesquisa precedente sugeriu que o período pre-pubertal, lento do crescimento (idades 9-12) fosse particularmente vulnerável aos efeitos nutritivos. Denny Vågerö e o estudo novo dos colegas confirmam este são verdadeiros quando se trata dos homens. Contudo, não há nenhuma diferença no risco da mortalidade entre os netos cujo o avô paterno teve o baixo ou acesso médio ao alimento.

Esclarecendo factores sociais, tais como a educação, o em tamanho familiar e a renda, a correlação entre o acesso ao alimento e a mortalidade nos netos foram aumentados.

Os pesquisadores não reivindicam explicar o relacionamento causal mas acreditar que o epigenetics pôde ser a chave.

- A introdução de insecticidas químicos foi limitada no fim do 1800's e não é provável que conduziria às mutações novas, em grande escala. Conseqüentemente, a explicação a mais razoável seria que os meninos, mas não as meninas, linha pilhas do germe estão abertos para a mudança epigenética tal como efeitos nutritivos, durante a pre-puberdade.

- Se aquele é o caso, estas mudanças puderam ser passadas sobre às seguintes gerações, algo que é mostrado igualmente nas experiências animais. Contudo, mais pesquisa é necessário, na epidemiologia e a biologia molecular, sublinha Denny Vågerö.

Source: https://www.su.se/english/