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Aproximação nova para destruir reservatórios do VIH

Os tratamentos actuais do VIH precisam de ser tomados para a vida por aqueles contaminada como a terapia do antiretroviral são incapazes de eliminar os reservatórios virais que espreitam em pilhas imunes. Os cientistas de Institut Pasteur identificaram as características dos linfócitos de CD4 T que são contaminados preferencial pelo vírus - é seu activity1 metabólico (ou produção de energia) que permite o vírus de multiplicar. Os agradecimentos aos inibidores metabólicos da actividade, os pesquisadores controlaram destruir estas pilhas contaminadas, ou “reservatórios”, ex vivo. Seus resultados foram publicados no metabolismo da pilha do jornal o 20 de dezembro de 2018.

Os tratamentos actuais do VIH precisam de ser tomados para a vida por aqueles contaminada como a terapia do antiretroviral são incapazes de eliminar os reservatórios virais que espreitam em pilhas imunes. Os cientistas de Institut Pasteur identificaram as características dos linfócitos de CD4 T que são contaminados preferencial pelo vírus - é sua actividade metabólica (ou produção de energia) [1] que permite o vírus de multiplicar. Os agradecimentos aos inibidores metabólicos da actividade, os pesquisadores controlaram destruir estas pilhas contaminadas, ou “reservatórios”, ex vivo. Seus resultados foram publicados no metabolismo da pilha do jornal o 20 de dezembro de 2018.

O tratamento do antiretroviral usado hoje é projectado obstruir a infecção pelo HIV mas não pode eliminar o vírus do corpo. O vírus permanece nos reservatórios - as pilhas imunes do linfócito de CD4 T, os alvos principais do VIH. Contudo, o vírus não contamina todos os tipos da pilha CD4 e até aqui a razão para esta não era conhecida. Neste estudo, os cientistas da unidade do VIH, da inflamação e da persistência no Institut Pasteur e colegas identificaram as características das subpopulações CD4 diferentes, que são associadas com a infecção pelo HIV.

Os mais as pilhas CD4 são diferenciados, ou experimentado, mais precisam de produzir a energia para executar sua função. As experiências mostraram que é a actividade metabólica da pilha, e em particular seu consumo da glicose, que joga um papel chave na susceptibilidade à infecção pelo HIV. As pilhas de alvos do vírus primeiramente com actividade metabólica alta. Para multiplicar, sequestra a energia e os produtos fornecidos pela pilha.

Esta exigência constitui uma fraqueza para o vírus e poderia ser explorada para abordar pilhas contaminadas. Os cientistas sucederam em obstruir os agradecimentos da infecção ex vivo aos inibidores metabólicos da actividade que têm sido investigados já na investigação do cancro.

“Nós observamos ex vivo que, os agradecimentos a determinados inibidores metabólicos, o vírus podem já não contaminar pilhas e a amplificação está parada nos reservatórios de pacientes que recebem o tratamento do antiretroviral.”

Asier Sáez-Cirion, coordenador do estudo

Esta pesquisa abre maneiras novas para a remissão possível com a eliminação de pilhas do reservatório. A próxima fase de pesquisa envolverá avaliar o potencial destes inibidores metabólicos in vivo.