Aviso: Esta página é uma tradução automática da página original em inglês. Por favor note uma vez que as traduções são geradas por máquinas, não tradução tudo será perfeita. Este site e suas páginas da Web destinam-se a ler em inglês. Qualquer tradução deste site e suas páginas da Web pode ser imprecisas e imprecisos no todo ou em parte. Esta tradução é fornecida como uma conveniência.

as refeições de Baixo-caloria têm o efeito protector contra algumas doenças, revelam a pesquisa

O número de calorias que uma pessoa come influencia directamente o desempenho de pilhas diferentes. Um grupo de pesquisadores da universidade de São Paulo (USP) mostrou que as refeições de baixo-caloria têm um efeito protector contra algumas doenças.

Alguns destes estudos foram apresentados no dia um da semana Londres de FAPESP, os 11-13 de fevereiro de 2019 de ocorrência.

Os estudos foram conduzidos sob a égide do centro para a pesquisa sobre processos dos Redox na biomedicina (Redoxome - um dos centros da pesquisa, da inovação e da disseminação (RIDCs) financiados pela fundação de pesquisa de São Paulo - FAPESP.

“Nós estamos olhando como mudanças ao metabolismo da influência da dieta e como esse termina acima a mudança das probabilidades de ter as doenças associadas com o envelhecimento,” disse Alicia Kowaltowski, um professor no instituto da química do USP (IQ-USP).

Uma das experiências do grupo em ratos mostra como uma dieta de baixo-caloria pode proteger o cérebro da morte celular neuronal associada com as doenças tais como Alzheimer, Parkinson, epilepsia e o acidente vascular cerebral (CVA).

Os ratos foram divididos em dois grupos. Os pesquisadores calcularam o número médio de calorias que o grupo sem limitações calóricas comeria e alimentaria então ao outro grupo 40% menos calorias. Após 14 semanas, os ratos que pertencem aos dois grupos foram dados uma injecção que contem uma substância conhecida para causar apreensões, dano e a morte celular neuronal.

Quando os animais no grupo que não teve nenhuma limitação dietética tiveram apreensões, os animais cujas as calorias tinham sido restringidas não fizeram. Os pesquisadores estudaram então o que ocorreu in vitro. Para fazer aquele, isolaram os organelles dos cérebros dos ratos, que foram divididos igualmente em dois grupos: aqueles que tiveram dietas ilimitadas e aqueles que tiveram dietas restritas. Quando o cálcio foi introduzido ao media, notaram que a tomada era maior nas mitocôndria que pertencem ao grupo que tinha ingerido menos calorias.

As mitocôndria são os organelles responsáveis para a geração da energia nas pilhas. No caso dos ratos sujeitados a uma dieta restrita da caloria, as mitocôndria aumentaram a capacidade da tomada do cálcio nas situações onde o nível daquele mineral era patològica alto (lido mais em: http://agencia.fapesp.br/24147/).

Insulina

No pâncreas, a limitação calórica mostrou para ser capaz de melhorar a resposta da pilha aos níveis aumentados de glicemia. Os pesquisadores alcançaram esta conclusão após ter conduzido experiências usando as beta culturas celulares que permanecem nas ilhotas pancreáticos e são responsáveis para produzir a insulina.

O soro de sangue dos ratos sujeitados a uma variedade de dietas, similares ao estudo nos efeitos da limitação calórica nos neurônios, foi usado para nutrir as pilhas cultivadas in vitro.

Nas pilhas tratadas com o soro dos animais que comeram menos calorias, a secreção da insulina através das beta pilhas ocorreu normalmente: baixo quando a glicose era baixa e alta quando a glicose era elevado. Isto não ocorreu nos animais que comeram mais calorias (e se tornou obeso). A experiência mostrou que pode haver um factor de circulação do sangue que alterasse aguda a beta função da pilha.

Os pesquisadores levantaram outra vez a hipótese de se o fenômeno está relacionado às mitocôndria, desde que a secreção da insulina depende da disponibilidade de ATP (triphosphate de adenosina, a molécula que armazena a energia) na pilha.

Quando mediram o consumo do oxigênio pelos dois grupos de pilhas, observaram que era mais alto nas pilhas que receberam o soro dos animais sujeitados à limitação calórica. Desde que a respiração é responsável para a liberação da insulina durante a glicose máxima, era um sinal que as pilhas geraram mais ATP sob essa circunstância.

Outras experiências igualmente mostraram que as mitocôndria das pilhas tratadas com o soro dos animais sujeitados à limitação calórica trocaram mais material um com o otro, que os fez mais eficientes (lido mais em http://agencia.fapesp.br/25646/).

Envelhecimento saudável

Kowaltowski indicou aquele que compreende como os trabalhos do metabolismo são essenciais para impedir e curar doenças metabólicas como a obesidade. É conhecido que ser obeso é um dos factores prognósticos do envelhecimento insalubre.

“Os indivíduos obesos são muito mais prováveis ter doenças relativas à idade. Isto inclui doenças neurodegenerative como Alzheimer, doenças proliferative como o cancro, e as doenças metabólicas elas mesmas, tais como o tipo - 2 diabetes, hyperlipidemia, cardíaco de ataque e CVA. Os povos obesos têm uma incidência mais alta de toda a estes,” disse o pesquisador.

Impedindo a obesidade, nós podemos impedir estas doenças. Contudo, a epidemia mundial não diminuiu mesmo com avisos constantes sobre a necessidade para nutrição equilibrada e a actividade física.

“É por isso se nós tentamos compreender os mecanismos através de que a obesidade aumenta aquelas doenças, nós teremos mais ferramentas a lutar e para impedi-las,” Kowaltowski adicionou.