Os resultados da endoscopia do deslocamento predeterminado são cruciais para a avaliação dos pacientes de Barrett

Um estudo novo indica que mudanças celulares anormais de primeira qualidade (displasia) e o adenocarcinoma esofágico (um formulário do cancro) aumentou nos últimos 25 anos entre povos com uma condição digestiva conhecida como o esófago de Barrett. A predominância do relatório, do aumento do estudo da displasia de primeira qualidade e o adenocarcinoma na endoscopia do deslocamento predeterminado no esófago de Barrett sobre as 2 décadas passadas, são publicados na introdução de fevereiro de GIE: Endoscopia gastrintestinal, o jornal par-revisto da sociedade americana para a endoscopia gastrintestinal (ASGE).

O estudo do esófago do Barrett olhado mais de 3.600 pacientes nos centros múltiplos dos cuidados médicos que tiveram o esófago de Barrett (BE). Esta é uma circunstância em que o tecido normal que alinha o esófago (a câmara de ar que leva o alimento da boca ao estômago) desenvolve mudanças anormais. Uma porcentagem significativa dos povos que têm sintomas crônicos da doença da maré baixa gastroesophageal (GERD) desenvolverá o esófago de Barrett.

Os pesquisadores olharam os resultados da endoscopia do deslocamento predeterminado de SEJAM pacientes.

A endoscopia é um procedimento médico em que os doutores introduzem uma câmara de ar com uma câmera na extremidade no tracto digestivo do paciente para procurar problemas ou mudanças visíveis. Às vezes o doutor pode tratar uma área de problema ao fazer a endoscopia. Do “a endoscopia deslocamento predeterminado” é uma que é executada quando um paciente se queixa primeiramente dos sintomas que precisam de ser verificados. A endoscopia do deslocamento predeterminado pode ser usada mais tarde para comparar aos resultados de endoscopias sucessivas se aquelas são recomendadas.

Neste estudo, os pesquisadores reviram os resultados da endoscopia do deslocamento predeterminado dos pacientes SER para determinar as proporções daqueles sem a displasia, a displasia de baixo grau (LGD), a displasia de primeira qualidade (HGD) e o adenocarcinoma esofágico (EAC).

Um olhar nos registros destes pacientes sobre 25 anos indicou aquele ao longo do tempo, havia um aumento na idade média dos pacientes com ESTIVESSE, e a proporção de homens diagnosticados com fosse aumentada igualmente. A proporção de pacientes que tiveram a displasia de baixo grau tinha permanecido estável, mas lá era um aumento de 148 por cento daquelas com displasia de primeira qualidade e um aumento de 112% daquelas com EAC. Uma displasia mais de primeira qualidade apresenta um risco mais alto para tornar-se o cancro. Igualmente havia um aumento marcado no número das lesões visíveis (áreas do tecido danificado) detectadas durante a endoscopia.

Havia uma diminuição no médio “ESTEJA um comprimento,” significado quantos centímetros do forro do esófago parecem ser mudados.

De acordo com os autores do estudo, estes resultados sugerem que a predominância de HGD e de EAC aumente significativamente sobre os 25 anos passados apesar de uma diminuição em ESTEJA a um comprimento durante o mesmo período. Este aumento paraleliza um aumento na detecção de lesões visíveis, sugerindo que um exame cuidadoso na endoscopia do deslocamento predeterminado seja crucial.

Este estudo foi feito acessível em linha em outubro de 2018 antes da publicação final na cópia em fevereiro de 2019.

Source: https://www.asge.org/