O estudo revela a estratégia imune da evasão desenvolvida pelos cytomegaloviruses

O cytomegalovirus do macaco de coruja produz uma molécula A43 do chamariz para iludir a detecção e a destruição por pilhas imunes em seus anfitriões, de acordo com um 4 de abril publicado estudo nos micróbios patogénicos do jornal PLOS do aberto-acesso por Ana Angulo da universidade de Barcelona, e colegas. Como a nota dos autores, os resultados fornece um exemplo novo de uma estratégia imune da evasão desenvolvida por vírus.

Uma táctica imune viral engenhoso da evasão usada CMV pela proteína A43. Crédito: Maria Angulo

Durante todo a evolução, os cytomegaloviruses (CMVs) têm capturado genes de seus anfitriões, empregando as proteínas derivadas para umedecer respostas imunes e para persistir com sucesso dentro de seus anfitriões. Determinado CMVs codifica homólogos de CD48, uma molécula encontrada na superfície da maioria das leucócito do corpo. CD48 liga ao receptor 2B4 em determinadas pilhas imunes tais como as pilhas de assassino naturais, que jogam um papel essencial no reconhecimento e no controle rápidos de infecções virais. Mas as propriedades e a importância biológica dos homólogos CD48 virais não foram exploradas. No estudo novo, Angulo e os colegas têm investigado pela primeira vez o potencial immunomodulatory de uma destas moléculas virais: A43, um homólogo CD48 codificado pelo macaco de coruja CMV.

A mostra dos pesquisadores que A43 liga fortemente a 2B4 e é capaz de obstruir sua interacção com CD48. Além disso, os resultados revelam como esta proteína viral interfere com a função de pilhas de assassino naturais humanas. Tomado junto, o relevo destes resultados não somente a importância das respostas 2B4-mediated imunes em controlar as infecções CMV, mas igualmente revela CD48 como um viral novo neutraliza o mecanismo para subverter a fiscalização imune. Os autores propor que A43 possa servir como um receptor do chamariz CD48 ligando e mascarando 2B4, impedindo desse modo o controle imune eficaz por linfócitos citotóxicos durante infecções virais. De acordo com os autores, a pesquisa destaca o potencial de usar a molécula inibitório A43 para desenvolver ferramentas terapêuticas novas para manipular respostas imunes aberrantes, tais como aquelas ligadas às doenças auto-imunes.