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Ultra-alto-campo poderoso MRIs para a detecção adiantada da doença

A adopção difundida da ressonância magnética (MRI) revolucionou a medicina clínica, e a revolução não parou. Os cientistas em um projecto EU-financiado estão explorando maneiras de fazer MRIs ainda mais eficaz - apontando ajudar pacientes a obter o tratamento melhor possível com a detecção adiantada da doença.

Para todos seus méritos, a imagem lactente clínica de MRI tem os limites que podem impedir o diagnóstico rápido e eficaz dos problemas de saúde nos pacientes. Por exemplo, o produto típico de MRIs da baixa potência (ou o baixo-campo do `') reduziu as definições de imagem espaciais e temporais que podem o fazer duro para que os médicos médicos manchem doenças se tornando.

Ultra-alto-campo um mais intenso' MRIs do ` - ou os varredores que produzem os campo magnèticos - podem criar umas imagens mais exactas e mais úteis. Mas seu uso diário permanece limitado, na parte porque usar materiais convencionais para produzir uns campos mais fortes é uma tarefa complexa, cara, e potencialmente perigoso. Por exemplo, usar demasiada potência podia superaquecer os tecidos corporais feitos a varredura, causando dano celular.

O projecto de M-CUBE aponta resolver este problema com o uso de metamaterials do `' em varredores de MRI. Metamaterials é materiais projetados para ter as propriedades artificiais que os materiais naturais não podem possuir. Por exemplo, os metamaterials avançados poderiam ajudar a criar as lentes super do `' que fazem imagens de pequeno ou longe os objetos que são mais afiados do que nunca antes de possível.

A missão principal do projecto é desenvolver uma tecnologia metamaterial da antena que permita que os cientistas manipulem ondas eletromagnéticas na vontade ao fazer a varredura do corpo de um paciente. Os varredores serão mais poderosos mas também mais sensíveis, evitando o risco de superaquecimento enfrentado por MRIs potente convencional.

Na prática, tal tecnologia facilitará para que os médicos usem o alto-campo MRIs em suas clínicas com o potencial melhorar dramàtica a saúde paciente.

M-CUBE recolheu um consórcio interdisciplinar de oito universidades, de líderes académicos, e de duas empresas do pequeno-à-media (SMEs). Seus membros incluem físicos, médicos e actores industriais todo o trabalho junto.

Os testes pré-clínicos e clínicos com voluntários validarão os resultados dos M-Cubos. A conclusão bem sucedida do projecto pavimentará a maneira para uns diagnósticos mais exactos e uma detecção mais adiantada da doença.